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quarta-feira, 31 de maio de 2017

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Fachin autoriza PF a interrogar Temer por escrito

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin autorizou ontem (30/05), a Polícia Federal (PF) a tomar o depoimento do presidente Michel Temer. De acordo com a decisão, Temer deverá depor por escrito e terá 24 horas para responder aos questionamentos dos delegados após receber as perguntas sobre as citações nos depoimentos de delação da JBS.

“A oitiva deve ocorrer, por escrito, com prazo de 24 (vinte e quatro) horas para as respostas formuladas pela autoridade policial, a contar da entrega, ante a existência de prisão preventiva vinculada ao caderno indiciário”, decidiu Fachin.
Na semana passada, a defesa de Temer recorreu Supremo para suspender a tentativa da PF de ouvir o presidente, investigado na Corte após Temer ter sido citado nos depoimentos de delação premiada da JBS.
Em petição enviada ao ministro, relator do inquérito contra o presidente no STF, os advogados sustentam que Temer não pode prestar depoimento porque ainda não está pronta a perícia que está sendo feita pela própria PF no áudio no qual o empresário Joesley Batista, dono da JBS, gravou uma conversa com o presidente.
"Não obstante, com o devido respeito, entende-se como providência inadequada e precipitada, conquanto ainda pendente de conclusão a perícia no áudio gravado por um dos delatores, diligência extremamente necessária diante das dúvidas gravíssimas levantadas – até o momento – por três perícias divulgadas", disse a defesa.




Via O Povo
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terça-feira, 30 de maio de 2017

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Ciro Gomes defende Tasso em eleição indireta

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O ex-governador do Ceará, ex-ministro e pretenso candidato a presidente da República em 2018, Ciro Gomes (PDT), declarou apoio ao senador tucano Tasso Jereissati (CE) em uma eventual eleição indireta, no caso de afastamento do atual chefe do Executivo nacional, Michel Temer.

A informação foi publicada ontem (29/05) no jornal O Povo pelo jornalista Eliomar de Lima. Ciro diz ainda que Tasso e o ex-ministro Nelson Jobim (PMDB) são “os melhores nomes possíveis”.

Segundo o jornalista para Ciro, Tasso levaria vantagem na eventual disputa, por ter “experiência de seus governos e pela respeitabilidade merecida”.

Eliomar de Lima lembra que o tucano antecedeu Ciro no governo do Ceará. E Jobim foi ministro do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, assim como o presidenciável do PDT.

Registra, contudo, Ciro defende que o Congresso vote uma emenda à Constituição, convocando eleições diretas — seu partido, o PDT, já anunciou que não participará de eleições indiretas, mas o ex-governador admite, no entanto, que essa hipótese é pouco provável.

“O que restará é a torcida para que o Congresso escolha alguém minimamente capaz de administrar a delicada transição”, disse Ciro Gomes.

Na semana passada o governador Camilo Santana (PT) também ventilou apoio a Tasso em eleição indireta.









Via Blog de Altaneira
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segunda-feira, 29 de maio de 2017

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Em encontro do PDT Cid Gomes assume pela primeira vez que é candidato ao Senado

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Mesmo com toda “turbulência” das denuncias feitas pela JBS, que envolveu o nome do ex-governador Cid Gomes e muitos parlamentares do PDT do Ceará, o partido realizou neste sábado(27) o seu “Encontro Regional do Litoral Oeste e Vale do Curu”, reunindo prefeitos e ex-prefeitos de de toda a Região, além de deputados da sigla. O encontro aconteceu na cidade de Itarema(CE).

No destaque, o presidente da Assembléia Legislativa do Ceará, Deputado Zezinho Albuquerque(PDT), que fez um discurso bem contundente em defesa da união das forças política do partido e que acredita que o Ceará deve seguir em frente, sem perder suas conquistas.
Além do Deputado Zezinho Albuquerque, tivemos ainda a presença do Deputado Robério Monteiro, Sérgio Aguiar, Ferreira Aragão, dos Deputados Federais André Figueiredo e Leônidas Cristino, como também, de várias lideranças políticas do Ceará.
O ex-governador Cid Gomes marcou presença e resolveu assumir de vez que é candidato ao Senado e disse em seu discurso que o “Congresso Nacional precisa de políticos honestos e que trabalhem pelo povo”.

Cid Gomes aproveitou o encontro e se defendeu das acusações em que o envolve seu nome da delação da JBS e falou de sua índole.  “Temos a consciência de quem escolhe essa vida pública vai sofrer ameaças, tentação e calúnias, eu sempre fui transparente e isso é a melhor defesa para isso. Eu nunca recebi 1 centavo da JBS, ajuda de campanha é diferente, é legal! Sou digno, sério e honrado, tudo o que espero da vida pública é ser lembrado pela luta a favor do Ceará e do cearense e de minha seriedade e honestidade. E isso tudo me motivou muito para voltar a ser candidato em 2018. Não vou deixar um ladrão assumir meu lugar! A verdade prevalecerá!”
O próximo Encontro Regional do PDT será realizado no dia 24 de junho, em Banabuiú, reunindo municípios da região do Sertão Central.
















Com informações Sobral Agora


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Proposta de eleições diretas é rejeitada pelas maiores bancadas do Congresso

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Levantamento publicado pelo jornal Folha de São Paulo, mostra que a maioria das bancadas do Congresso Nacional é contrária a mudar a Constituição para convocar eleições diretas caso o presidente Michel Temer deixe o poder. Foram ouvidos líderes dos dez maiores partidos da Câmara e do Senado, que reúnem 72 senadores (89% do total) e 397 deputados (77%).
A oposição não representa nem 30% das dez maiores bancadas. Para alterar a Constituição, é necessário o apoio de pelo menos 60% dos parlamentares em cada Casa.
O presidente interino do PSDB, senador Tasso Jereissati (CE), disse que mudar a constituição, neste momento seria casuísmo. O PSDB já definiu posição unificada contra às Diretas neste ano.
Pelas regras atuais, a escolha do sucessor de Temer, caso ele venha a deixar o cargo, será feita pelos 594 parlamentares em eleição indireta a ser realizada 30 dias após a vacância do posto.
Há em discussão duas PECs que tratam das diretas já, ambas em estágio inicial de tramitação. Na Câmara, a oposição não conseguiu sequer iniciar a discussão da proposta de autoria do deputado Miro Teixeira (Rede-RJ). No Senado, também na CCJ, a PEC de autoria de Reguffe (sem partido-DF) também não foi votada, apenas lida.
Nos bastidores, governistas tem chamado a proposta de “PEC do Lula”. O raciocínio é o de que, fora uma onda a favor de alguém que se apresente “de fora da política”, o petista larga na frente. Apesar de ser réu em cinco ações penais, Lula lidera a corrida com 30% das intenções de voto segundo a última pesquisa do Datafolha.








Via Ceará Agora

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sexta-feira, 26 de maio de 2017

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Prefeito Dariomar afirmou que deu “grande passo” para revitalização e urbanização da Lagoa de Santa Tereza

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O prefeito de Altaneira, Dariomar Soares (PT), usou a rede social Facebook na noite de ontem (25/05) para anunciar que deu mais um grande passo rumo a revitalização e urbanização da Lagoa de Santa Tereza. 

Na postagem o prefeito agradece ao secretário estadual de Meio Ambiente, Artur Bruno, ao diretor regional da Semace, Samuel Freire, e de forma especial Fernando Santana a que m chama de amigo e diz que está ao lado do povo altaneirense nas grandes conquistas.

Mesmo sem anunciar qual seria o “grande passo dado” a mensagem do prefeito recebeu 186 curtidas até o fechamento desta postagem e dezenas de comentários.

A professora Dayanne Pereira parabenizou o prefeito pelas “Belas ações está realizando”.

A assistente social, Mariana Mathias, também parabenizou o prefeito e afirmou que “Altaneira crescendo cada dia mais”.

“Parabéns vamos juntos a revitalização da Lagoa de Santa Teresa”, comentou o Garoto Beleza, João Alves.

Este blogueiro também comentou “Muito bem prefeito Dariomar Soares, com sua vontade de trabalhar, vai realizar uma grande gestão”.

“Esse prefeito não pára, parabéns para ele e para Altaneira”, escreveu Eliziene Alencar Ferreira.

Everton Venancio também parabenizou o prefeito e repetiu “grande passo”.

“Parabéns prefeito pelo trabalho que vem desenvolvendo pelo povo de Altaneira”, comentou Marlene Santos.

Por sua vez Luzanira Ferreira escreveu: “Parabéns prefeito por tantas conquistas e metas realizadas em tão pouco tempo de governo. Continue sempre acreditando no melhor pro povo Altaneirense e colherás bons frutos no futuro”.


Não encontramos no portal oficial do Município nenhuma informação sobre a reunião anunciado pelo prefeito.










Com informações Blog de Altaneira
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quinta-feira, 25 de maio de 2017

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"Alguém avise a Temer que o governo acabou" por Plínio Bortolotti

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O governo Michel Temer acabou. Falta alguém com coragem para bater à porta do bunker para dar-lhe a notícia. Ele até pode continuar no cargo, recusando-se à renúncia e mantendo o título de “presidente”, mas passará a ser visto, inclusive pelos aliados, como estorvo a ser removido.

Pensando bem, o aviso talvez nem seja necessário, pois Temer passou recibo de que está acuado ao convocar as Forças Armadas na tentativa de conter protestos populares contra o seu governo. Por óbvio, não se defende aqui depredações, violência e ataque ao patrimônio público, praticados pela minoria entre os manifestantes, cerca de 30 mil.
Porém, chamar as Forças Armadas para controlar movimentos sociais é medida equivocada e perigosa: resultado da tentação autoritária ou do desespero - ou das duas coisas juntas.
Ou ainda da covardia, pois Temer não teve coragem nem de assumir a responsabilidade pelo seu feito. Mandou seu ministro da Defesa, Raul Jungmann, dizer que o decreto de “garantia da lei e da ordem” (válido até 31/5) fora assinado “por solicitação do sr. presidente da Câmara”.
O problema é que Rodrigo Maia (DEM-RJ), um dos principais aliados do presidente, desmentiu Temer, pedindo que o ministro “restabeleça a verdade” sobre a convocação das Forças Armadas. “Eu afirmo e reafirmo que isso não é verdade”, declarou Maia. O que o deputado pediu ao presidente foi a intervenção da Força Nacional (composta por policiais de vários estados), e não das Forças Armadas.
Muito provavelmente o contratempo entre os dois não tenha consequências mais sérias. Mas o presidente da Câmara deve ter-se sentido mais incomodado pelo fato de ser filho de um exilado político no período da ditadura, César Maia (ex-prefeito do Rio). Deve despertar-lhe traumas ver as Forças Armadas sendo usadas para conter manifestações populares.
Com déficit de popularidade, balançando no cargo, Temer apela para Forças Armadas para mostrar sua autoridade. É péssima ideia.



Publicado originalmente no portal O Povo
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Tensão das ruas atinge Câmara e deputados do PMDB e PSOL vão às vias de fato

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A convocação das Forças Armadas para manter a ordem e proteger os prédios públicos gerou tumulto na Câmara dos Deputados na tarde desta quarta-feira. Deputados chegaram a ir as vias de fato. Os protagonistas da briga foram os deputados federais Darcísio Perondi (PMDB-RS) e Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) que se empurraram durante a sessão plenária da Câmara, sendo apartados por outros parlamentares.
A confusão começou quando parlamentares do PT, PDT, PSOL e Rede subiram à Mesa Diretora e ficaram ao lado do 2º vice-presidente da Casa, deputado André Fufuca (PP-MA), que presidia a sessão, para pressionar o encerramento dos trabalhos. Ao ver o protesto, deputados governistas também subiram, para tentar “proteger” Fufuca da pressão. Foi neste momento que Edmilson e Perondi se empurraram.
Os opositores gritaram palavras de ordem contra o governo como “Fora Temer” e “O povo quer votar, diretas já”. “Lula na cadeia”, reagem parlamentares da base. Mais cedo, deputados como o líder da oposição na Câmara, José Guimarães (PT-CE), Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Orlando Silva (PCdoB-SP) relataram reação exagerada da polícia durante o protesto realizado pelas centrais sindicais em frente ao Congresso. De acordo com os parlamentares, policiais jogaram bombas de gás e spray de pimenta em pessoas que não estavam cometendo delitos, inclusive em alguns deputados.
Com a confusão, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), foi chamado às pressas e assumiu o comando dos trabalhos. Ele disse que entrevista após a sessão que a decisão de pedir as forças armadas foi do Planalto.




Via Ceará Agora
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quarta-feira, 24 de maio de 2017

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Governo determina reforço de tropas federais para proteger Esplanada

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A pedido do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o governo determinou que tropas federais protejam os prédios da Esplanada dos Ministérios.

Há pouco, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, informou, em breve pronunciamento, que tropas das Forças Armadas já estão posicionadas no Palácio do Planalto e no Itamaraty. Segundo o ministro, mais homens estão se deslocando para proteger os demais prédios da Esplanada, os ministérios e o Congresso Nacional.

De acordo com Jungmann, a medida foi necessária porque a marcha Ocupa Brasília, “prevista como pacífica, degringolou para a violência, desrespeito, ameaça às pessoas”.

No decreto, publicado em edição extra do Diário Oficial da União,  o presidente Michel Temer autoriza o emprego das Forças Armadas "para a garantia da Lei e da Ordem no Distrito Federal".  O decreto, define que a área de atuação para o emprego das Forças Armadas será definida pelo Ministério da Defesa de hoje até o dia 31 de maio.

Desde o início da tarde, manifestantes protestam na Esplanada contra as reformas, pedem a saída de Temer e eleições diretas no país. A manifestação, chamada Ocupa Brasília, foi convocada por centrais sindicais. 

Parte dos manifestantes tentou furar o bloqueio feito pela Polícia Militar para isolar o gramado em frente ao Congresso Nacional. Com isso, os policiais atiraram bombas de efeito moral para dispersar. Teve início um tumulto e um grupo de manifestantes, usando máscaras ou cobrindo o rosto, começou a quebrar vidraças dos ministérios, orelhões, paradas de ônibus e banheiros químicos. 

Alguns ministérios, como o da Fazenda, foram evacuados e os funcionários tiveram de deixar o prédio.







Via Agencia Brasil
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Prédios da Esplanada recebem tapumes para manifestação desta quarta

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Com as manifestações programadas para esta quarta-feira (24), prédios da Esplanada dos Ministérios receberam tapumes nas entradas para evitar possíveis invasões. Na fachada do Ministério da Agricultura, foram colocados tapumes e apenas um acesso ao prédio foi liberado. No Ministério do Meio Ambiente, as entradas foram fechadas com tapumes, deixando apenas uma liberada. O Ministério do Planejamento enviou comunicado sobre como os servidores devem agir em caso de invasão. 

“Tais medidas têm como objetivo a preservação patrimonial e, sobretudo, a segurança dos servidores e usuários”, diz nota do Ministério do Meio Ambiente.

O Ministério do Planejamento emitiu aviso com orientações aos funcionários em caso de invasão dos prédios, como guardarem documentos expostos na mesa de trabalho. O documento cita dez condutas que devem ser adotadas, entre elas: “Em caso de cárcere privado, jamais reaja”; “Todos devem conhecer as saídas possíveis de seu ambiente de trabalho, certificando-se onde estão os manifestantes”; e, “Mantenha calma para que consiga realizar o necessário antes de deixar o ambiente de trabalho”. Por meio da assessoria de imprensa, o ministério diz que as informações são rotineiras e visam a orientar sobre cuidados para garantir a segurança patrimonial e pessoal no serviço público. 

Manifestação

A manifestação Ocupa Brasília, convocada por centrais sindicais para amanhã (24), irá protestar contra as reformas da Previdência e trabalhista. O movimento pede ainda a saída de Temer e a convocação de eleições diretas no país. Os organizadores estimam a participação de 100 mil pessoas. 

Secretaria de Segurança

A Esplanada dos Ministérios estará fechada a partir de meia-noite. O acesso aos anexos e aos edifícios se dará pelas vias paralelas S2 e N2, informou hoje (23) a Secretaria de Segurança Pública e Paz Social do Distrito Federal.

Segundo o órgão, a medida tem caráter preventivo, uma vez que possibilita aos órgãos de Segurança Pública, Defesa e Inteligência – locais e federais – um maior controle das vias e espaços públicos. Esse tipo de procedimento, assim como a limitação de acesso ao gramado em frente ao Congresso Nacional – entre a Catedral e a Avenida das Bandeiras, está previsto no Protocolo Tático Integrado (PrTI) das Manifestações.

O protocolo foi assinado, mês passado, por 48 instituições do governo do Distrito Federal, Congresso Nacional e governo Federal e estabelece as competências dos órgãos signatários antes, durante e depois de atos populares com previsão de reunir grande público na Esplanada ou que preveem um maior efetivo de profissionais de segurança pública.

Além disso, haverá cordões de policiais militares próximos aos ministérios e à Catedral. As abordagens serão feitas especialmente no início do ato, momento em que os manifestantes estão chegando à Esplanada.

Entre as restrições, os manifestantes não poderão levar hastes de bandeiras, garrafas de vidros, madeiras, entre outros objetos cortantes e/ou perfurantes.






Via Agencia Brasil
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Divergências entre senadores impedem leitura do relatório da reforma trabalhista

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Após intenso bate-boca e muito nervosismo, o presidente da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, Tasso Jereissati (PSDB-CE), desistiu de retomar a reunião em que estava prevista a leitura do relatório sobre o projeto de lei da reforma trabalhista.  Jereissati deu como lido o relatório e marcou a votação da reforma na comissão para a próxima terça-feira (30).

Antes, contudo, Jereissati tentou reabrir a reunião da comissão para a leitura do relatório após 50 minutos de interrupção, mas foi impedido pelos senadores de oposição. Exaltados, os senadores que se posicionavam contra a reforma puxaram os microfones do presidente – um dos aparelhos chegou a ficar avariado – e colocaram as mãos sobre a mesa, impedindo a continuidade dos trabalhos. Depois de muito bate-boca, Jereissati desistiu de reabrir a reunião, e os governistas seguiram para o plenário, onde discursaram queixando-se do impedimento ao presidente da Casa, Eunício Oliveira (PMDB-CE).

Mais cedo, a CAE realizou audiência pública para debater a reforma. Depois da audiência, quando o relatório começaria a ser lido, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) apresentou questão de ordem pedindo o adiamento da leitura. O requerimento foi posto em votação e vencido por 13 votos a 11.

Em seguida, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) apresentou nova questão de ordem solicitando que a matéria retornasse à Mesa do Senado para ser apensada a outras de assunto semelhante. A questão foi rejeitada pela presidência da comissão, e os oposicionistas levantaram-se e ficaram de pé, em frente à mesa diretora, inciando o bate-boca e anunciando que a reunião não teria continuidade.

“O governo não tem condição de colocar a reforma trabalhista nesta Casa. Eu faço um apelo ao senador Ricardo Ferraço. Isto é uma manobra, estão usando a CAE para dizer que o Temer tem força”, disse Lindbergh Farias (PT-RJ). Ferraço (PSDB-ES) é o relator da reforma trabalhista na comissão.

Com a continuidade do tumulto, Jereissati suspendeu a reunião, mas a tensão prosseguiu no ambiente. Senadores da base aliada e de oposição gritavam e erguiam os dedos uns contra os outros. Manifestantes que acompanhavam a reunião gritavam palavras de ordem dentro do plenário da CAE, e a segurança começou a esvaziar a audiência, inclusive com a retirada da imprensa.

Queixa de agressões

Após a desistência de retomada dos trabalhos, os senadores da base aliada se queixaram de que houve tentativa de agressão por parte dos oposicionistas, que não aceitaram a derrota pelo voto. “Não podendo ganhar no voto, senadores e senadoras quiseram ganhar no braço, no grito”, disse o senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB). “Aqui só existe uma arma: a palavra. O que se viu foi a tentativa de impedir o funcionamento físico, por agressões físicas, por agressões verbais.”

Também no plenário, Tasso Jereissati fez ao presidente Eunício Oliveira um relato do que houve e disse que se sentiu fisicamente ameaçado e injuriado tanto por senadores quanto pelos manifestantes que estavam dentro da comissão.

“Não lamento por mim, lamento por esta Casa. E chamo Vossa Excelência [Eunício Oliveira] à responsabilidade, porque isso não pode acontecer, porque acaba-se não só o que eles querem acabar, que é o governo – o que é outra questão –, mas acaba-se o Senado; acaba-se o Parlamento; acaba-se o contraditório; acabam-se as discussões; acabam-se, inclusive, as votações, e os vencidos não aceitam o resultado”, afirmou.
Em resposta, o senador Humberto Costa (PT-PE) alegou que houve agressões de parte a parte e pediu uma reunião de lideranças para superar os problemas ocorridos na CAE. “Esta aqui é uma Casa, por excelência, política, e acho que tudo que aconteceu hoje, e posso falar aqui com autoridade, porque eu era um dos que estavam tentando serenar os ânimos, apesar de ter levado um empurrão de um senador da base do governo, que ficou apoplético lá. Então, houve agressões, de parte a parte, acho que este não é um bom caminho. Temos que superar este episódio”, afirmou.

Também em discurso, a senadora Gleise Hofffmann (PT-RS) disse que a oposição não vai aceitar a decisão de dar o relatório como lido. “Nós vamos resistir, para não ler o relatório, até porque o senador que está apresentando o relatório Ricardo Ferraço tinha dito no seu Facebook que não apresentaria o relatório, porque estávamos vivendo tempos anormais, de crise, com o que aconteceu com o presidente da República [Michel Temer] e também com um senador [Aécio Neves (PSDB-MG), que foi afastado] desta Casa. Aí, depois muda de ideia, e vão para cima na força, para fazer a leitura de um relatório”, alegou.













Via Agencia Brasil
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segunda-feira, 22 de maio de 2017

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“Minha índole não permite”, diz Cid Gomes sobre acusação de ter recebido R$ 20 milhões

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O ex-governador Cid Gomes (PDT) deu uma coletiva de imprensa, no início da tarde desta segunda-feira, 22, e negou as acusações contidas na delação premiada do empresário Wesley Batista, um dos donos da JBS. “Minha índole não permite fazer solicitação vinculando algum benefício por parte do Estado”, disse ao lado de aliados na Assembleia Legislativa do Ceará (AL-CE).
O delator acusa Cid, e os secretários Arialdo Pinho e Antônio Balhmann, de negociar propina para as campanhas de 2010 e 2014. Neste ano, o recurso teria sido liberado após negociação direta do então governador no escritório da empresa em São Paulo.
Cid admitiu que o secretário estadual Antônio Balhmann (PDT) era um dos nomes indicados pela campanha para arrecadar recursos para a eleição majoritária de 2014, mas negou que tenha dado orientação para “chantagem” à empresa. “Em nenhum momento eu dei permissão, insinuei, sugeri ou permiti que alguém fizesse vínculo para a campanha a qualquer tipo de benefício. Nem eu, nem ninguém com minha autorização”, afirmou.
Sobre a acusação do empresário de que o então governador teria feito o repasse no valor de R$ 110 milhões à JBS em relação aos créditos do ICMS como condição para a doação de R$ 20 milhões à campanha de Camilo Santana (PT), o pedetista afirmou que “é obrigação do Estado pagar”.
“Se o Estado não pagasse, eu é que seria responsabilizado. Eu poderia ter hoje as minhas contas reprovadas e estar condenado por crime de responsabilidade”, se defendeu.
Cid alegou ainda que “todos os débitos de todas as empresas foram pagos ao cabo dos dois mandatos”. “Em 2010 tudo o que tinha de dívida foi pago. Em 2014 tudo foi pago”. A JBS afirmou ainda em delação premiada que os valores referentes a 2011 e 2014 estavam em atraso. O ex-ministro rebateu: “A empresa recebeu em 2011, recebeu em 2012 e recebeu em 2013. Ao cabo do mandato, tudo foi pago”, finalizou.






Via O Povo
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Governo tenta conter debandada de aliados

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Pronunciamento enérgico do sábado ganhou ares de recuo ontem após o presidente Michel Temer cancelar jantar oferecido a congressistas no Palácio da Alvorada. Motivada pelo risco de baixa presença de parlamentares, suspensão do evento marca nova fase de um governo que se articula para evitar uma debandada em massa na base aliada.
O encontro entre tucanos e democratas estava marcado para ontem, mas acabou adiado para evitar especulações de que eles estariam discutindo desembarcar juntos do governo. Novo presidente nacional do PSDB, o senador Tasso Jereissati (CE) viajou ontem para Brasília para se encontrar com Temer e outras lideranças da base aliada no Palácio da Alvorada.Antes todo poderoso no Congresso, bloco de apoio de Temer saiu menor do fim de semana, após o PSB anunciar desembarque de seus 35 deputados da base.

A situação pode ganhar tons decisivos na tarde de hoje, com reunião do PSDB e do DEM marcadas para definir qual será a postura das siglas diante do inquérito aberto contra o presidente.

Atualmente, tucanos se dividem entre os que querem permanência no governo de olho na aprovação de reformas econômicas e aqueles que defendem uma resposta mais enérgica à população.
Líder do PMDB na Câmara, Baleia Rossi (SP) manteve otimismo com partidos e minimizou cancelamento do jantar de ontem. “Muitos não conseguiram voo. Teremos uma reunião com quem estiver aqui”, disse. O governo tentará um novo jantar para aliados na noite de hoje.
Em dia de protestos por todo o País, Temer passou o domingo recebendo ministros, auxiliares e parlamentares no Alvorada.
Semana decisiva
Até agora bem-sucedido em evitar uma sangria maior na base aliada, governo Temer enfrentará semana decisiva para o futuro do governo.
Além do encontro entre PSDB e DEM, está marcada para hoje apresentação do pedido de impeachment do presidente feito pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). A ação contou com apoio de direções regionais da OAB em 25 estados, incluindo o Ceará.
Está previsto ainda para amanhã início da discussão na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara sobre Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê eleições diretas caso Temer renuncie, seja cassado ou sofra impeachment.
A semana tem ainda outra data relevante para a permanência ou não do governo, com sessão do Supremo Tribunal Federal (STF), esperada para quarta-feira, que irá discutir pedido de suspensão de inquérito contra Temer.
Até lá, é aguardada ainda conclusão da perícia do Governo Federal sobre gravações com Michel Temer incluídas na delação da JBS. O governo acusa áudios de serem manipulados.








Via O Povo
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Artistas pró - Aécio são cobrados e se manisfestam em redes sociais

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios


Ronaldo, Luciano Huck, Neymar, Alexandre Frota, Susana Vieira, Latino, Marcelo Serrado, Marcio Garcia e outros foram cobrados sobre os crimes de Aécio comprovados em gravações. Muitos se manifestaram, mas nem todos, outros nomes conhecidos do entretenimento e do esporte no Brasil foram forçados a se posicionar sobre os crimes cometidos pelo senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG).

Marcio Garcia, que apresenta um programa na TV Globo, lamentou a situação do país, afirmou que se sente enganado e clamou por justiça em postagem no Instagram.

“Fomos todos enganados, iludidos por falsos discursos, apertos de ‘mãos grandes’, promessas vazias. A única coisa que nos resta é clamar por Justiça. Que ela faça sua parte e prenda todos os corruptos deste país. Sem exceção”, escreveu.

O ator Marcelo Serrado, que apoiou Aécio e protestou publicamente contra o governo Dilma, afirmou: “Não me arrependo de forma alguma de ter ido para as ruas pedir o impeachment da Dilma. Não me iludo achando que o problema era ela. Não sou a favor do Temer, mas sim a favor das diretas já”.

O cantor Latino, por sua vez, preferiu não atacar Aécio e tentou elaborar uma espécie de justificativa pela bomba que explodiu no colo do tucano.

“Aécio é meu amigo pessoal! Se ele errou, terá que pagar . Vivemos num país de hipocrisia, muitos sonegam, quem nunca levou vantagem de alguma coisa? Sou contra a corrupção e torço pra um país melhor, porém não posso julgar quem ainda não teve direito de resposta”, disse o cantor.

A atriz Susana Vieira se limitou a dizer que “o Brasil foi saqueado de tudo que é lado. Não há inocentes até o momento ou até que se prove o contrário”.

Para a atriz Irene Ravache, “os meio não justificam o fim. Não é porque nossa economia está começando a crescer que temos que acobertar. Acho que esse é um momento que não podemos deixar, é um momento de cobrança, de pressão”.
O ex-ator pornô Alexandre Frota disse que “não suporta mais essa pilantragem, esse assalto que fizeram aos cofres públicos. Preteriram os brasileiros. Políticos vagabundos, charlatões. Não importa o partido, não importa o político. Tem que ir preso”.

Apagaram imagens
Embora não tenha publicado nenhum texto, Luciano Huck, amigo de longa data do senador, cometeu um gesto simbólico: apagou as imagens ao lado de Aécio Neves em suas redes sociais.

Quem seguiu o mesmo caminho foi o futebolista mais famoso do Brasil na atualidade: Neymar Jr. O garoto, que gravou um vídeo de apoio à Aécio nas eleições de 2014, deletou todas as fotos que tinha com o tucano.
Não se posicionaram
A cantora Wanessa Camargo, o cantor Zezé di Camargo e o ex-atleta Oscar Schmidt gravaram um vídeo de apoio a candidatura de Aécio em 2014 e agora foram questionados se continuam no lado do político.

“Vai postar foto com o Aécio Neves não?”, perguntou uma internauta para o ex-jogador. Outro ironizou Wanessa: “Não vai cantar hj pro Aécio Wã?? Vai lá consolar seu amiguinho!”.
Eles não se manifestaram.

O ex-jogador e empresário Ronaldo, que usou uma camisa com a inscrição “A culpa não foi minha. Votei no Aécio”, durante os movimentos contra a presidente afastada Dilma Rousseff (PT), também foi alvo de críticas no seu perfil no Instagram.

“E aí Ronaldão, continua não tendo culpa?”, “Ronaldo é vc quem vai pagar nosso pato agora? Vamos falar sobre o #aecioneves?” e “Ei e agora a culpa é de quem mesmo?”, questionam os internautas.

Até o momento, diferente de Huck e Neymar, Ronaldo mantém as fotos ao lado de Aécio em suas redes sociais.














Via Pragmatismo Politico

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