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sábado, 30 de abril de 2016

Governo diz que Temer deixará de priorizar 36 milhões de pessoas

Publicado por Junior Carvalho As sábado, 30 de abril de 2016  | Sem Comentarios



Antes mesmo de assumir a Presidência, o plano de governo de Michel Temer já causa reações tanto na política como em setores da sociedade. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) divulgou ontem que a agenda social do vice “deixaria de priorizar” 36 milhões de beneficiários do Bolsa Família.

Segundo a pasta, no Ceará, o número de pessoas no foco prioritário cairia de 3.547.763 para 707.817, redução de 80%. No texto repassado à imprensa, o governo cita o plano de Temer, Travessia Social, em que somente os 5% mais pobres estariam dentro do grupo de atenção especial.
“De acordo com o documento Travessia Social, essas pessoas são caracterizadas como ‘incluídas’ no sistema produtivo, embora a renda declarada esteja abaixo dos R$ 77 mensais por pessoa da família, valor que corresponde à linha da extrema pobreza no País”, diz a nota.
Atualmente, o Bolsa Família tem mais de 46 milhões de beneficiários. Na cartilha Travessia Social, nada especifica que esse número será reduzido. Mas destaca que os 5% mais pobres merecem prioridade, o que equivale a 10 milhões de pessoas do total de hoje.

Elaborado pela Fundação Ulysses Guimarães, entidade ligada ao PMDB, o texto afirma que, apesar de importantes, os programas de transferência de renda (como Bolsa Família) não foram os principais responsáveis pelo desenvolvimento social. Em vez disso, teriam sido os proventos da força laboral e a melhora na economia que proporcionaram o progresso.
O documento argumenta que é preciso fazer a economia voltar a crescer para melhorar a renda do trabalhador, e que isso seria prioridade na agenda social do novo governo. Segundo a assessoria da Fundação, o texto é claro em destacar que o Bolsa Família será mantido e ampliado.

Desde que a ameaça de impeachment se tornou real, rumores de que o vice faria cortes em programas sociais passaram a surgir. Apesar de estar mais alinhado a setores patronais e apresentar plano com cunho neoliberal, Temer nega qualquer intenção de limitar programas sociais.

 Para manter aliados, é possível que ele tenha agenda mais conservadora no Congresso. Na esfera econômica, a ordem será fazer com o País volte a crescer, melhorando o indicadores e atraindo investidores. Para isso, cortes serão feitos na máquina, como a redução de ministérios de 39 para 17. Pastas, como o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, seriam extintas.





Via O Povo

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