Comunicamos que:

Neste Blog, trataremos de política local e nacional, esportes, saúde,educação e habitação, problemas sociais e vários outros temas de interesse relevantes.

sábado, 30 de abril de 2016

thumbnail

Governo diz que Temer deixará de priorizar 36 milhões de pessoas

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios



Antes mesmo de assumir a Presidência, o plano de governo de Michel Temer já causa reações tanto na política como em setores da sociedade. O Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) divulgou ontem que a agenda social do vice “deixaria de priorizar” 36 milhões de beneficiários do Bolsa Família.

Segundo a pasta, no Ceará, o número de pessoas no foco prioritário cairia de 3.547.763 para 707.817, redução de 80%. No texto repassado à imprensa, o governo cita o plano de Temer, Travessia Social, em que somente os 5% mais pobres estariam dentro do grupo de atenção especial.
“De acordo com o documento Travessia Social, essas pessoas são caracterizadas como ‘incluídas’ no sistema produtivo, embora a renda declarada esteja abaixo dos R$ 77 mensais por pessoa da família, valor que corresponde à linha da extrema pobreza no País”, diz a nota.
Atualmente, o Bolsa Família tem mais de 46 milhões de beneficiários. Na cartilha Travessia Social, nada especifica que esse número será reduzido. Mas destaca que os 5% mais pobres merecem prioridade, o que equivale a 10 milhões de pessoas do total de hoje.

Elaborado pela Fundação Ulysses Guimarães, entidade ligada ao PMDB, o texto afirma que, apesar de importantes, os programas de transferência de renda (como Bolsa Família) não foram os principais responsáveis pelo desenvolvimento social. Em vez disso, teriam sido os proventos da força laboral e a melhora na economia que proporcionaram o progresso.
O documento argumenta que é preciso fazer a economia voltar a crescer para melhorar a renda do trabalhador, e que isso seria prioridade na agenda social do novo governo. Segundo a assessoria da Fundação, o texto é claro em destacar que o Bolsa Família será mantido e ampliado.

Desde que a ameaça de impeachment se tornou real, rumores de que o vice faria cortes em programas sociais passaram a surgir. Apesar de estar mais alinhado a setores patronais e apresentar plano com cunho neoliberal, Temer nega qualquer intenção de limitar programas sociais.

 Para manter aliados, é possível que ele tenha agenda mais conservadora no Congresso. Na esfera econômica, a ordem será fazer com o País volte a crescer, melhorando o indicadores e atraindo investidores. Para isso, cortes serão feitos na máquina, como a redução de ministérios de 39 para 17. Pastas, como o Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, seriam extintas.





Via O Povo

Mais informações »

0 comentários:

sexta-feira, 29 de abril de 2016

thumbnail

Advogada Janaína Paschoal diz na comissão do impeachment que não é tucana

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios


A advogada Janaína Paschoal começou sua explanação na Comissão Especial do Impeachment do Senado negando ser filiada a partido político. Ela foi convidada pela comissão para defender o pedido de impedimento da presidenta Dilma Rousseff, que apresentou junto com os advogados Miguel Reale Júnior e Hélio Bicudo.

Além de dizer que não tem filiação partidária, a advogada disse que não é golpista. "O processo não é partidário. Depois [de apresentado o pedido] os partidos de oposição abraçaram nosso pedido”, disse. “Não quero mais ouvir que sou tucana. Nós apresentamos esse pedido porque eles [tucanos] são uma oposição fraca. Veja bem a minha personalidade e me diga se eu sou tucana.”

Antes de Janaína, o advogado Miguel Reale falou por cerca de 25 minutos e, em seguida, respondeu a uma pergunta do senador Lindbergh Farias (PT-RJ). O senador disse que a edição de créditos suplementares é autorizada pela Lei Orçamentária de 2015 e que não houve dolo nas atitudes da presidenta Dilma Rousseff. “Um pedido de impeachment sem crime de responsabilidade, e eu estou convencido de que não houve crime de responsabilidade da presidente da República, é golpe”, afirmou Lindbergh Farias.

Reale disse que as práticas atribuídas à presidenta não foram isoladas em 2015, mas constituem uma ação continuada desde 2013. Ele respondeu ao senador que a presidenta praticou, sim, crimes ao editar decretos sem autorização do Congresso Nacional. “Um crime de responsabilidade sem punição é uma forma de golpe”, resumiu Reale.






Via Agencia Brasil
Mais informações »

0 comentários:

quinta-feira, 28 de abril de 2016

thumbnail

Senadores vão levar carta a Dilma pedindo que ela apoie novas eleições

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios


O grupo de senadores que encampa a proposta de emenda à Constituição (PEC) que propõe novas eleições presidenciais este ano, para um mandato tampão de dois anos, vai levar hoje (28) uma carta à presidenta Dilma Rousseff pedindo que ela apoie a ideia. A PEC propõe a eleição de presidente e vice-presidente em outubro dete ano, junto com as eleiçoes municipais. A posse presidencial seria em janeiro do ano que vem e o mandato terminaria no fim de 2018.

Os senadores apelam para a “grandeza e coragem” das lideranças políticas e argumentam que a legitimidade social e política do governo de Dilma não será resolvida com o impeachment. Nesse sentido, eles alegam que a proposta de novas eleições pode ser “redentora” e ter o condão de “unificar” o país.

Eles pedem que Dilma apoie a PEC, já em tramitação, ou remeta uma nova proposta, de autoria do Poder Executivo, para garantir que o futuro governo seja eleito pelo voto popular. “Nós aceitamos qualquer um dos caminhos que resultem em novas eleições. Seja pelo julgamento rápido do TSE, mas isso não depende da vontade das lideranças políticas, seja a presidente da República encaminhando uma proposta de plebiscito, ou seja em conquência da aprovação da PEC.

O que nós queremos é que essa questão seja resolvida através do voto popular”, disse o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Assinam a carta os senadores  João Capiberibe (PSB-AP), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Lídice da Mata (PSB-BA), Cristovam Buarque (PPS-DF), Roberto Requião (PMDB-PR), Otto Alencar (PSD-BA), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Telmário Mota (PDT-RO), Jorge Viana (PT-RS) e Paulo Paim (PT-RS).

O senador Walter Pinheiro (Sem Partido-BA) é signatário da PEC, mas optou por não compartilhar da carta que pede o apoio da presidenta por achar que uma eventual iniciativa dela nesse sentido deveria ocorrer de maneira espontânea.







Via Agencia Brasil
Mais informações »

0 comentários:

quarta-feira, 27 de abril de 2016

thumbnail

Em depoimento, Fernando Baiano confirma pagamento de propina a Cunha

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios


Em depoimento no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados, o lobista Fernando Soares, conhecido como Fernando Baiano, confirmou o repasse de dinheiro oriundo do esquema de propina na Petrobras ao presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Baiano disse que os pagamentos eram feitos em espécie e que os repasses ocorreram em 2011 e 2012.

“Houve reunião de Júlio Camargo [empresário] com Cunha para tratar diretamente desses valores, no dia 18 de setembro de 2011, no Leblon onde ficou acertado o pagamento de US$ 5 milhões. Pessoalmente entreguei R$ 4 milhões para Cunha", disse aos deputados do conselho.

Baiano é apontado na Operação Lava Jato, da Polícia Federal, como operador de recursos para o PMDB no esquema de pagamento de propina em negócios irregulares envolvendo a Petrobras. Baiano confirmou aos deputados as informações iniciais prestadas por outros delatores do esquema, o doleiro Alberto Youssef e o empresário Júlio Camargo. De acordo com Camargo, Cunha cobrou o pagamento a Baiano de subornos atrasados no valor de US$ 15 milhões, para viabilizar a contratação de dois navios-sondas do estaleiro Samsung, representado no Brasil por Camargo.

Questionado pelo deputado Marcos Rogério (DEM-RO), relator do processo contra Cunha, se tinha conhecimento de repasse de propina a Cunha em contas no exterior, Baiano disse não ter conhecimento de que houvesse repasse de dinheiro para contas no exterior. Segundo Fernando Baiano, os valores eram entregues pelo doleiro Alberto Youssef e depois ele levava a quantia para Cunha. “A pessoa que recebia a propina era um funcionário do escritório de Cunha no Rio de Janeiro, chamada Altair”, acrescentou.

Durante o depoimento, o lobista disse que conheceu Cunha em 2009, em um café da manhã, em um hotel. Posteriormente, o deputado questionou Baiano sobre a possibilidade de doação para campanha eleitoral. Baiano disse que as empresas não doavam para campanha, mas que Cunha disse que poderia ajudá-lo a cobrar uma dívida de US$ 16 milhões de Júlio Camargo pela intermediação de contratos de navios- sonda com a Petrobras. “E eu sinalizei que se ele me ajudasse na cobrança dessa dívida eu poderia ajudar na campanha”, disse o lobista, que afirmou que se encontrava com Cunha nos finais de semana no escritório do deputado no Rio de Janeiro.

Cunha nega as acusações. O advogado do peemedebista, Marcelo Nobre, contestou as declarações de Fernando Baiano a respeito do pagamento de propina, alegando que as acusações não tem a ver com o processo em tramitação no Conselho de Ética, que apura se o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, quebrou o decoro parlamentar ao afirmar não ter contas no exterior. Documentos do Ministério Público da Suíça revelaram a existência de contas ligadas a Cunha naquele país. O presidente da Câmara nega ser dono das contas, que, segundo ele, são administradas por trustes e afirma ser o “usufrutuário” dos ativos mantidos no exterior.

Para a defesa de Cunha, o depoimento de Baiano não pode ser usado no processo no colegiado. “Não podemos admitir que discutamos aqui a imputação de vantagem indevida se sequer tivemos condição de apresentar a defesa nesse sentido e essa imputação não foi aceita nesse conselho”, criticou o advogado de Cunha, Marcelo Nobre.

Na semana passada, o vice-presidente da Casa, Waldir Maranhão (PP-MA), determinou que o foco da apuração no colegiado fique somente sobre a suspeita de que Cunha teria contas bancárias secretas no exterior e de que teria mentido sobre a existência delas em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras. “Não foi ele quem limitou, foi este conselho, foi o próprio colegiado quando decidiu excluir do processo as questões relativas a vantagens indevidas”, defendeu.

Para o deputado Julio Delgado (PSB-MG), o depoimento de Baiano deixa claro que Cunha mentiu na CPI da Petrobras ao dizer que Fernando Baiano nunca foi a casa dele. "Já estive na casa dele [Cunha]", disse Baiano ao ser questionado pelo deputado. Delgado também criticou a estratégia da defesa de Cunha de querer limitar as investigações. "O campeão da Lava Jato é o Eduardo Cunha. É o que tem mais processos na Lava Jato", disse o deputado. 


















Via Agencia Brasil
Mais informações »

0 comentários:

terça-feira, 26 de abril de 2016

thumbnail
Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios

http://fantasti.cc/watch/8908721/Allie-Haze-interracial-fuck-at-school/
Mais informações »

0 comentários:

thumbnail

Senado elege a comissão especial que vai analisar o pedido de impeachment

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios



Em votação simbólica, presidida pelo Senador Renan Calheiros (PMDB-AL) o Senado Federal elegeram os nomes dos indicados pelos partidos para compor a comissão especial que analisará a denúncia de crime de responsabilidade contra a presidenta da República, Dilma Rousseff, conforme autorização decidida pela  Câmara dos Deputados. 

Pelo bloco da oposição, composto por PSDB, DEM e PV, foram indicados os senadores Aloysio Nunes (PSDB-SP), Antônio Anastasia (PSDB-MG), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) e Ronaldo Caiado (DEM-GO), como titulares como suplentes os nomes escolhidos foram Tasso Jereissati (PSDB-CE), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), Paulo Bauer (PSDB-SC) e Davi Alcolumbre (DEM-AP).Como maior partido, o PMDB tem direito a cinco vagas de titular e igual número de suplentes. Foram indicados titulares os senadores Raimundo Lira (PB), Rose de Freitas (ES), Simone Tebet (MS), Dário Berger (SC) e Waldemir Moka (MS).

Como suplentes, foram indicados pelo líder peemedebista Eunício Oliveira (CE), Hélio José (DF), Marta Suplicy (SP), Garibaldi Alves (RN), João Alberto Souza (MA). Indicado inicialmente, o senador José Maranhão (PB) recusou a indicação e o partido ainda não escolheu um substituto.

Pelo bloco de apoio ao governo, formado por PT e PDT, os senadores Lindbergh Farias (PT-RJ), Gleisi Hoffmann (PT-PR), Telmário Mota (PDT-RR), como titulares e Humberto Costa (PT-PE), Fátima Bezerra (PT-RN) e João Capiberibe (PSB-AP) como suplentes. O PT cedeu uma vaga de suplência ao PSB.
Já o bloco formado por PSB, PPS, PCdoB e Rede indicou os senadores Fernando Bezerra (PSB-PE), Romário (PSB-RJ) e Vanessa Grazziotin (PcdoB-AM), como titulares, e Roberto Rocha (PSB-MA), Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Cristovam Buarque (PPS-DF) como suplentes.

O bloco formado por PTB, PR, PSC, PRB e PTC, indicou como titulares Wellington Fagundes (PR-MT), Zezé Perrella (PTB-MG) e Eduardo Amorim (PSC-SE) e Magno Malta (PR-ES) como suplentes. O bloco formado por PP e PSD indicou os senadores José Medeiros (PSD-MT), Ana Amélia Lemos (PP-RS) e Gladson Cameli (PP-AC). Como suplentes foram indicados Otto Alencar (PSD-BA), Sérgio Petecão (PSD-AC) e Wilder Moraes (PP-GO).








Via Agencia Brasil

Mais informações »

0 comentários:

segunda-feira, 25 de abril de 2016

thumbnail

Senado retira educação de PEC sobre despesas de estados e municípios

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios


O Senado retira educação de proposta que permite aos estados, o Distrito Federal e os municípios aplicarem em outras despesas parte dos recursos hoje atrelados a áreas específicas. O substitutivo à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 143/2015 foi aprovado em primeiro turno no plenário da Casa no dia 13. Entidades ligadas ao setor dizem que a retirada é positiva e pressionam para que o texto não seja novamente modificado.
Atualmente o Distrito Federal, os estados e municípios devem destinar parte do que arrecadam às áreas como saúde, educação, tecnologia e pesquisa, entre outras. A PEC143/2015 define que 25% do total dessa destinação obrigatória poderão ser aplicadas em outras áreas. A proposta no entanto, diz que os recursos vinculados ao chamado salário educação e as despesas com manutenção e desenvolvimento do ensino são desconsiderados. A proposta é uma espécie de desvinculação das receitas da União (DRU) para estados e municípios.
“Se hoje, com os recursos disponíveis, nenhum estado e município universalizou a educação, imagina com menos recursos”, diz o coordenador da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara. “Fizemos uma pressão contrária e educação foi poupada, por enquanto. Há outras propostas em jogo [que pretendem incluir educação na desvinculação]”, acrescenta.
A PEC apresentada inicialmente pelo senador Dalirio Beber (PSDB-SC) era mais ampla e incluía o setor educativo. O substitutivo do senador Romero Jucá (PMDB -RR), cria a exceção.
A Constituição Federal estabelece que os estados e municípios destinem pelo menos 25% do que arrecadam em educação. De acordo com dados disponíveis no site do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), em 2014, últimos consolidados, o Rio Grande do Norte e Tocantins e sete municípios não conseguiram cumprir o investimento mínimo obrigatório em educação.
Diante de um cenário de escassez de recursos, secretários municipais de Educação defendem a vinculação obrigatória de recursos. “A Undime [ União Nacional dos Dirigentes Municipais] não poderia concordar com qualquer projeto de lei que venha comprometer ou reduzir os recursos vinculados para educação, conforme determinado em nossa Constituição, pela luta histórica que os mesmos representam, bem como pela garantia da estabilidade financeira que os mesmos proporcionam na implementação das políticas públicas educacionais”, diz o presidente da União Undime, Alessio Costa Lima.
Outras áreas
Apesar de educação de ter sido poupada, outras áreas como a saúde ainda constam na PEC. A questão gera preocupação. “A PEC deve comprometer muito os recursos da saúde e reduzir o valor efetivamente aplicado na saúde”, diz a assessora técnica do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Blenda Leite.
Jucá justifica no relatório aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado que a adoção de limites mínimos para a execução de despesas com educação e saúde sem levar em conta a demografia e o grau de desenvolvimento regional e local “leva a dois problemas: diminuição não desejável de outras despesas e/ou incentivo ao mau uso dos escassos recursos públicos”.
O senador defende: “As regras para a execução dos gastos sociais deveriam ser mais relaxadas parcialmente, pois as demandas da população não são estáticas”. De acordo com a Agência Senado, A PEC 143/2015 pode ser votada em segundo turno em Plenário nesta terça-feira (26).




Via Ceará Agora
Mais informações »

0 comentários:

sábado, 23 de abril de 2016

thumbnail

Pela terceira vez o grupo de oposição de Altaneira procura mina de ouro para disputar eleições municipais

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios



Na tarde de hoje (23/04) foi realizada reunião do grupo de oposição, na fazenda do comerciante  Ricardo Arrais, localizada no Sítio Tabuleiro, zona rural  , segundo a matéria publicada pelo blog do vereador Adeilton Silva, o encontro foi liderado pelo PSD – Partido Social Democrático, participaram da reunião,   Vereadores, lideranças e simpatizantes, para tratar da situação política atual e das eleições desse ano para Prefeito e Vereadores de Altaneira.

O futuro ex- vereador Adeilton Silva disse na matéria que foi explicado o atual cenário politico de Altaneira, como também informações das reuniões realizadas pelo grupo de situação.

Em seguida, o Presidente do PSD, o filho do ex- prefeito cassado Antonio Dorival,   Bruno Arrais, fez uso da palavra para dar boas-vindas e anunciar que o partido a qual representa está aberto ao diálogo, a críticas e sugestões e que buscam um nome de consenso e que melhor represente os blocos de oposição para ser apresentado e defendido na eleição desse ano.  

Os Vereadores Zuleide Ferreira e Genival Ponciano também defenderam  a proposta do filho do ex- prefeito cassado.

O vereador Professor Adeilton fez um rápido relato sobre os trabalhos na Câmara Municipal e afirmou que o grupo de oposição atual se encontra fortalecido, pois tem a cada dia recebido lideranças que fizeram parte do governo e foram desprezados. Porém, se torna necessário que esses grupos continuem na luta e apresentem candidatos na eleição desse ano.

Segundo informações do blog do vereador Adeilton, os demais presidentes de partido presentes fizeram uso da palavra e defenderam que para o fortalecimento da democracia e pelo povo altaneirense se torna importante e necessário a construção de um nome para representar esse grupo nas eleições.

O Ex-Prefeito cassado Antonio Dorival mesmo sem o prestigio de antes, tentou animar os presentes e pediu aos demais para arregaçar as mangas em prol de uma candidatura própria.   

Apesar do ex-prefeito cassado Antonio Dorival ter se empenhado durante toda semana convidando pessoas em todas localidades para participarem da reunião, compareceram um número bastante reduzidos de pessoas.





Com informações do blog do vereador Adeilton
Mais informações »

0 comentários:

sexta-feira, 22 de abril de 2016

thumbnail

PT compara Temer a traidor da Inconfidência Mineira

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios


O Partido dos Trabalhadores (PT) aproveitou o feriado que celebra a morte de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, para ressaltar a traição do atual vice-presidente, Michel Temer (PMDB), ao governo de Dilma Rousseff. Em uma série de publicações nas mídias sociais, o PT compara Temer a Joaquim Silvério dos Reis, que delatou os integrantes da Inconfidência Mineira no século XVIII, levando à execução de Tiradentes.
“Em 21 de abril de 1792, Joaquim Silvério dos Reis traía os revoltosos e Tiradentes, mártir da Inconfidência Mineira. Em 2016, Michel Temer trai a democracia brasileira e os mais de 54 milhões de eleitores que votaram em Dilma Rousseff”, diz uma das mensagens publicadas pelo PT.
Com a hashtag #TemerSilveriodosReis, as críticas do PT a Temer têm sido reforçadas por internautas nas redes sociais. No Twitter, uma das mensagens, que já tem mais de 300 replicações, afirma que é “uma data muito adequada para falar de traidores”. Por causa da viagem da presidente Dilma à sede das Nações Unidas em Nova York, Temer ocupa interinamente a Presidência da República até a volta da petista, que deve acontecer no domingo, 24.
Assessores do Planalto afirmam que Dilma aproveitará o discurso na ONU para “denunciar o golpe”. A fala será às 9h40 desta sexta-feira, 22, horário de Brasília. Ela também deve conceder em Nova York pelo menos duas entrevistas à mídia estrangeira, nas quais pretende relatar que a democracia “está em perigo” no Brasil.
Nos últimos dias, Temer tem se encontrado com uma série de políticos do PMDB para articular uma estratégia de reação às críticas do PT e às acusações feitas por Dilma à imprensa internacional. As visitas, ocorridas na residência de Temer ou no seu escritório em São Paulo, incluíram os ex-ministros Moreira Franco, Geddel Vieira Lima (PMDB-BA) e Eliseu Padilha (PMDB-RS), além do senador Romero Jucá (PMDB-RR).
Em entrevista ao Wall Street Journal, publicada mais cedo, Temer criticou as acusações de que esteja conspirando contra Dilma. “Ela tem dito que eu sou um conspirador, o que obviamente é algo triste para mim e para a Vice-Presidência da República”, declarou. O peemedebista afirmou também que, no caso de impeachment de Dilma, “quando o tempo chegar, eu terei um gabinete na cabeça e, apenas nesse momento, irei revelar nomes”, afirmou.


















Via Ceará Agora
Mais informações »

0 comentários:

quinta-feira, 21 de abril de 2016

thumbnail

Cid Gomes se livra de pagar indenização a Cunha

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios


O ex-governador Cid Gomes não precisará pagar indenização de R$ 50 mil ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), valor determinado pela Justiça no ano passado, por danos morais devido aos ataques a Cunha no plenário da Câmara. Quando ainda era ministro da Educação, Cid Gomes disse na Tribuna que preferia ser mal-educado do que ser “acusado de achaque”.
A declaração foi vista pelo presidente daquela Casa como motivo para “manchar” sua reputação. Três desembargadores da 1ª Turma Cível  julgaram o recurso do ex-governador do Ceará e entenderam que Cid apenas reproduziu o que foi dito na imprensa e que ele fazia menção à pressão exercida pelo poder Legislativo sobre o Executivo, não se configurando, portanto, em acusação pessoal.







Via Ceará Agora
Mais informações »

0 comentários:

quarta-feira, 20 de abril de 2016

thumbnail

Golpistas já brigam pelo comando da "era Temer"

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios


Senadores do PSDB já fazem exigência para aderir a um eventual governo de Michel Temer (PMDB). Eles afirmaram à colunista Mônica Bergamo que a condição é a nomeação de José Serra para o Ministério da Fazenda. "Não participaremos em papel periférico", dizem.
Aliado de Temer, Serra prefere a pasta da Saúde, mas defende apoio em qualquer circunstância.
Já o presidente da sigla, Aécio Neves, reclama da falta de legitimidade do mandato de Temer. Em almoço com o economista Marcos Lisboa, presidente do Insper, também cotado para Fazenda, ouviu dele que só um governo "respaldado pelo voto" teria força para aprovar as medidas drásticas que consertariam a economia do país.

Em seu discurso de posse ‘ensaiado’, Temer prometeu unificar o país, mas não une nem seus aliados do PSDB.







Via Brasil 247
Mais informações »

0 comentários:

terça-feira, 19 de abril de 2016

thumbnail

Senadores querem PEC para novas eleições junto com impeachment

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios


Um grupo de seis senadores anunciou ontem (18) que apresentará ainda esta semana uma proposta de emenda à Constituição para que sejam realizadas novas eleições presidenciais em outubro deste ano. A ideia dos senadores Walter Pinheiro (sem partido-BA), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), João Capiberibe (PSB-AP), Lídice da Mata (PSB-BA), Paulo Paim (PT-RS) e Cristovam Buarque (PPS-DF) é que a proposta tramite paralelamente ao pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff no Senado.

“A ideia da PEC não é interromper o processo de impeachment, até porque, legalmente, isso não pode ser feito. Se tivermos de tocar a PEC com a presidente afastada, tudo bem”, esclareceu Pinheiro.

Segundo o senador, a preocupação do grupo é com o que acontecerá depois que a presidenta for afastada e, se for o caso, definitivamente impedida pelo Congresso Nacional. “O problema é o dia seguinte. Se quem vai ficar terá condição de resolver o problema do Brasil”, disse.

Assinaturas

O texto da PEC ainda está sendo construído e deve ser apresentado na quarta-feira (20), quando o grupo começará a recolher as 27 assinaturas necessárias para que ela comece a tramitar. Para o senador Randolfe Rodrigues, a expectativa é que a sugestão receba a adesão do povo que está nas ruas e que quer o afastamento de Dilma, mas não se vê representado pelo vice-presidente Michel Temer.

“As ruas não estão rejeitando somente a Dilma. Estão rejeitando o Temer também. A posse dele é uma tentativa de fraude à vontade das urnas”, afirmou o líder da Rede. Conforme Randolfe, toda a linha sucessória da Presidência da República está “contaminada” pelas denúncias de corrupção e pela crise política.

Para conseguir apoio dentro do Congresso, a estratégia do grupo é conversar com todos os partidos políticos, inclusive PT, PSDB e “aqueles que são capazes de ouvir” no PMDB, segundo Randolfe. Nessas conversas deve ser definido se a PEC vai propor um mandato tampão de dois anos, de modo que as eleições voltem ao padrão em 2018; um mandato normal de quatro anos, a contar a partir do ano que vem; ou um mandato de seis anos para emendar com as eleições gerais de 2022.

Além das 27 assinaturas para início da tramitação, a PEC precisará de 49 votos em cada um dos dois turnos de votação a que será submetida no Senado. Depois, ela seguirá para a Câmara dos Deputados, onde também será submetida a dois turnos de votação e precisará ser aprovada por três quintos dos deputados.

Eleições

Mais cedo, a ex-candidata à Presidência da República e porta-voz da Rede Sustentabilidade, Marina Silva, divulgou nota criticando Michel Temer e os presidentes da Câmara e do Senado, os dois seguintes na linha sucessória. Marina defendeu que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decida pela cassação da chapa que ganhou as eleições de 2014 e o Brasil seja levado a novas eleições diretas.

“A população tem o direito de dar a palavra final, agora sabendo de tudo o que ficou oculto em 2014, e escolher um novo governo para coordenar os imensos esforços que o Brasil terá de fazer para tirar o país da crise”, acrescentou a nota.

O texto conclui afirmando que “a saída” passa pelo TSE. “Nem Dilma, nem Temer. Por uma nova eleição”, destacou Marina Silva.









Via Agencia Brasil
Mais informações »

0 comentários:

segunda-feira, 18 de abril de 2016

thumbnail

Prefeito citado como exemplo em votação do impeachment é preso em Brasília

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios


O prefeito da cidade mineira de Montes Claros, Ruy Muniz, foi preso na manhã de hoje (18), em Brasília, na Operação Máscara da Sanidade 2, da Polícia Federal, que investiga crimes de falsidade ideológica, dispensa indevida de licitação pública, estelionato, prevaricação e peculato.

Ruy Muniz é casado com a deputada Raquel Muniz (PSD-MG) que ontem, durante a votação de admissibilidade do impeachment, citou o marido como exemplo de gestor: "O meu voto é para dizer que o Brasil tem jeito e o prefeito de Montes Claros mostra isso para todos nós com a sua gestão".

Além do prefeito, também estão sendo cumpridos um mandado de prisão preventiva contra a secretária de Saúde do município, Ana Paula Nascimento, e mais quatro mandados de busca e apreensão e dois de busca pessoal. Se condenados, as penas máximas aplicadas aos crimes ultrapassam 30 anos.

As investigações mostram que os acusados, direta e indiretamente, pretendiam inviabilizar a existência e o funcionamento dos hospitais públicos e filantrópicos de Montes Claros que atendem pelo Sistema Único de Saúde para favorecer hospital particular pertencente e gerido pelo prefeito e seus familiares.

Procurada, a Prefeitura de Montes Claros informou que Ruy Muniz segue no pleno exercício do cargo e que todos os órgãos da Administração continuam funcionando normalmente.

“Ao cobrar profundas mudanças no sistema de saúde de Montes Claros, em defesa da população, o prefeito contrariou interesses e provocou forte perseguição política. A Prefeitura tem plena convicção de que a decisão, absurda, será revertida e a Justiça prevalecerá”, diz nota da prefeitura.







Via Agencia Brasil
Mais informações »

0 comentários:

thumbnail

Líder do PT reconhece "derrota momentânea" e fala em "guerra prolongada"

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios


O líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), concedeu entrevista coletiva  que reconheceu a "derrota momentânea" do governo na votação da admissibilidade do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara. "Perdemos porque os golpistas foram mais fortes, comandados por Cunha", em referência ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), responsável por aceitar o pedido em dezembro passado. "A luta está apenas começando. A derrota é momentânea, as ruas estão conosco e temos condições de virar o jogo no Senado. Essa é uma agressão à legalidade democrática", disse Guimarães.
Ainda segundo o líder, nesta segunda-feira, 18, começará uma "guerra prolongada". Segundo ele, os deputados de oposição não têm "autoridade moral" para falar em ética e corrupção. "O governo reconhece essa derrota provisória porque a guerra não terminou. Os golpistas venceram na Câmara mas a luta continua nas ruas e no Senado", disse, não descartando ainda recorrer à Justiça.
O deputado petista descartou durante a entrevista que o governo vá adotar a tese de convocar eleições gerais. "Não tem nada de eleição geral. A luta é nas ruas e no Senado", afirmou.
Terminada a entrevista, que aconteceu no Salão Verde da Câmara, o deputado foi ao Palácio do Planalto para, segundo ele, dar um abraço na presidente Dilma.




Via O Povo
Mais informações »

0 comentários:

domingo, 17 de abril de 2016

thumbnail

Líderes do MBL entram na Câmara com crachás dados de forma irregular por oposição

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios


Os líderes do Movimento Brasil Livre (MBL), Kim Kataguiri, Renan Santos e Rubens Nunes, circulavam livremente pela Câmara dos Deputados na madrugada deste sábado, 16, durante a discussão do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Eles entraram no plenário da Casa com crachás fornecidos de maneira irregular por deputados da oposição. No flagrante feito pelo jornal O Estado de S. Paulo, Renan aparece com o crachá de um servidor.
Com forte esquema de segurança organizado pela Câmara desde o início da semana, o acesso ao Congresso Nacional está restrito. Só podem entrar na instituição servidores, parlamentares e funcionários da imprensa que possuem credenciais especiais. Cada uma das 25 lideranças partidárias recebeu somente três crachás para distribuir entre os funcionários.
Segundo Renan Santos, o acesso foi permitido pelo deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS) e pelo líder do DEM, Pauderney Avelino (AM), que confirmaram terem autorizado o acesso. Renan disse que já havia pedido “há muito tempo” a ajuda de Perondi para acompanhar o processo na Casa e que não enfrentou dificuldades para entrar no prédio. Ele justificou que o MBL é signatário do pedido de impeachment e, como parte do processo, tem o direito de frequentar a Câmara.
Questionado, Perondi disse não saber se os membros do MBL de fato estavam na Câmara durante a madrugada, mas confirmou que forneceu um dos crachás. “Eu dei e dei com tranquilidade. Eles fazem parte do processo. Agora, por exemplo, não dá para colocar o Movimento dos Sem Terra (MST) aqui dentro, que é ilegal e não tem participação.” Já Pauderney admitiu que Kim, Rubens e Renan pegaram crachás “emprestados” de funcionários da liderança do DEM para poder circular.
O deputado Edmilson Rodrigues (PSOL-PA) denunciou na tarde deste sábado, no plenário, entradas irregulares na Câmara. “Nem todos os servidores, mesmo os de carreira, ganharam os dois crachás necessários para entrar nesta Casa. No entanto, foi dada uma ordem pelo Departamento de Polícia Legislativa (DEPOL) para que liberem crachás para militantes, que estão aqui para constranger a democracia e vilipendiar o direito de quem é contrário ao impeachment”, acusou.
Rômulo Mesquita, diretor-geral da Câmara, disse que a entrada de qualquer um que não seja servidor, funcionário ou parlamentar não é permitida e que vai pedir para averiguar o que ocorreu no caso de Renan, Rubens e Kim. Seguranças da Casa reclamam que alguns parlamentares estão “forçando” o acesso de pessoas sem credenciais.
A assessoria de imprensa do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), negou a acusação de Rodrigues sobre o DEPOL, dizendo que nenhuma orientação de segurança foi alterada. Segundo eles, militantes não estão autorizados a entrar no prédio da Casa e o acesso continua limitado apenas para aqueles que possuem credencial especial aprovada na última semana.

















Via Ceará Agora
Mais informações »

0 comentários:

    Se você gostaria de receber nossas atualizações via RSS e-mail, basta digitar seu endereço de e-mail abaixo.

© 2013 A Pedreira. Traduzido Por: Template Para Blogspot. WP Theme-junkie converted by BloggerTheme9
Blogger template. Proudly Powered by Blogger.
back to top