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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Buarque deixa PDT e Ciro tem caminho livre ao Planalto

Publicado por Junior Carvalho As segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016  | Sem Comentarios


O ex-governador e pré-candidato ao Palácio do Planalto, Ciro Gomes, começa a semana com um campo ainda mais aberto no PDT a caminho das eleições de 2018. Desafeto do ex-governador cearense, o senador Cristovam Buarque, de Brasília, decidiu deixar o PDT.
Buarque, que começou a carreira como militante do PT e chegou ao Governo do Distrito Federal, se transformou em dura voz de oposição aos Governos Lula e Dilma e, agora, irá se filiar ao PPS. O senador Cristovam Buarque estava filiado ao PDT desde 2005 e, ao desligar da sigla, sai atirando e elege o ex-governador Ciro Gomes como um dos alvos.
“O Ciro será a continuação da Dilma com calça comprida, e a continuação do Lula sem o macacão de operário”, disparou Buarque, em entrevista ao Jornal O Globo.
As críticas não pararam com essa comparação e Buarque foi além: ‘’O PDT se aliou tanto ao governo Dilma que hoje está se prestando ao papel de continuar o governo depois da Dilma, se o PT estiver em crise. Se Lula não tiver condições de ser candidato e nem outro candidato se viabilizar, o PDT lança o Ciro para continuar o governo do PT. Mais ou menos como os militares fizeram quando estavam perdendo força e apoiaram o Maluf, ele seria a continuação do regime com roupa civil. O Ciro será a continuação da Dilma com calça comprida, e a continuação do Lula sem o macacão de operário. O PDT hoje é um braço do PT, e não quero meu nome comprometido com isso’’, expôs Buarque.
A reação de Cristovam Buarque é  justificada nos bastidores políticos como um sentimento de frustração de quem viu ruir dentro do PDT o sonho de disputar a Presidência da República nas eleições de 2018. O sonho acabou quando o grupo do ex-ministro Ciro desembarcou no PDT. Ao chegar ao PDT, Ciro foi saudado como pré-candidato a presidente da República.
Ao ser questionado pela reportagem do Jornal O Globo sobre a Presidência da República, Cristovam Buarque disse que essa questão não é a mais prioritária. ‘’Isso não está em jogo, nem o PPS é obrigado a me fazer candidato e nem eu me sinto obrigado a ser candidato a presidente. Estou livre para decidir’’, observou.
Buarque fez referência nessa entrevista a uma conversa que teve há poucos dias com o ex-governador e senador José Serra, do PSDB, para relatar o sentimento de quem olha para o futuro sem se alimentar de projetos que poderiam ter sido realizados no passado.
‘’Meu humor hoje é de que espero que não seja obrigado a ser candidato, conversei longamente um dia desses com Serra, um cara preparadíssimo para disputar a presidência, e disse: “Serra, na nossa idade a gente não devia estar pensando mais nas memórias do que no futuro?”. Ele disse: “Sim, se tivessem jovens prontos, mas olhando ao redor não vemos isso”. Um cara como o Serra está prontíssimo para ser candidato. Claro que há chance de apoiá-lo, não vejo porque o PPS deve ter candidato de qualquer jeito’’, contou o senador por Brasília.
Antes de decidir se filiar ao PPS, Cristovam Buarque recebeu convites do PSB, PRB e PPL. Ele admitiu que  pensou em se aposentar no fim do mandato como senador, mas foi dissuadido pelo próprio Roberto Freire, presidente do PPS. ‘’Pensei em terminar o mandato e ir para casa, vou fazer 72 anos. Mas tive uma conversa com o Roberto e ele me disse que a gente não tem o direito de fazer isso num momento de crise, o Brasil não pode perder nenhuma pessoa, ninguém pode ir pra casa.
O senador conta que escolheu o PPS por sua proximidade com o presidente do partido e pela proposta que Freire o fez, para que ajude a reciclar e modernizar o partido ‘’Roberto me disse que quer reciclar o PPS, ele quer que o partido mude seus propósitos para o mundo global, dar uma modernizada nos propósitos e maneiras de fazer política. Ele me trouxe o desafio de ajudar a atualizar o PPS, os outros não me chamaram para isso. Houve muitas outras conversas, mas a relação pessoal com o Roberto venceu, além do passado do PPS, um passado muito forte de esquerda, um partido que foi comunista’’, destacou.



















Via Ceará Agora

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