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domingo, 23 de agosto de 2015

Na TV, Lula e Dilma reconhecem gravidade da crise no País

Publicado por Junior Carvalho As domingo, 23 de agosto de 2015  | Sem Comentarios




A presidente Dilma Rousseff e o antecessor Luiz Inácio Lula da Silva usaram a propaganda eleitoral do PT para reconhecer a gravidade da crise econômica e prometer que o País vai voltar a crescer. Os vídeos, de 30 segundos, foram levados ao ar na noite deste sábado em inserções do partido na televisão.


Dilma afirma que "muita coisa precisa melhorar" e depois defende as medidas deu governo como meio de reaquecer a economia.

"Tem muito brasileiro sofrendo, mas juntos vamos sair dessa. Estamos em um ano de travessia. E essa travessia vai levar o Brasil a um lugar melhor. Estamos atualizando as bases da economia e vamos voltar a crescer com todo nosso potencial", diz ela, na aparição. 

O vídeo protagonizado por Lula tem teor idêntico - "a situação não está fácil" - e o Brasil vai superar a "mais essa" crise.

Ao pintar um cenário otimista para o futuro, Lula cita os problemas econômicos responsáveis por parte da alta impopularidade da sucessora e afilhada política no presente (apenas 8% da população aprovam seu governo, segundo a mais recente pesquisa Datafolha).

"Vamos controlar a inflação, gerar empregos e derrotar o pessimismo. Pode ter certeza, o Brasil vai voltar a crescer", disse o ex-presidente. 

Neste semana, os números do IBGE mostraram a deterioração da situação do emprego e a economia patinando em uma inflação alta.

Na quinta-feira, a Pesquisa Mensal de Emprego mostrou taxa média de desemprego de 7,5%, inédia no mês de julho desde 2009 - ano em que o País enfrentou uma recessão. Em julho de 2014, o desemprego foi de apenas 4,9%.

Na sexta-feira, a prévia da inflação oficial desacelerou em agosto: o IPCA-15 ficou em 0,43% neste mês. A prévia caiu em relação a julho (0,59%), mas o acumulado em 12 meses foi a 9,57%.

12 meses de crise

A presidente Dilma Rousseff admitiu ao jornal alemão Handelsblatt que o Brasil vive uma crise econômica grave e disse que a recessão no país ainda deve persistir por até 12 meses. Apontando a desaceleração da economia chinesa como um dos responsáveis pelo problema, Dilma disse que o caminho será difícil e que “ninguém passará (pela crise) sem fazer mudanças dolorosas”.

“O processo de queda do preço das commodities, com os ajustes na China, ainda impactarão a economia mundial por um tempo”, afirmou.

Para lidar com a questão, Dilma defendeu um aumento nos investimentos -para que o país não dependa mais tanto das commodities- e o controle da inflação.

Durante a entrevista, publicada nesta quinta-feira, dia 20,, a presidente admitiu que não cumpriu as promessas que fez em sua campanha em 2014. E pediu mais tempo.

“Em nove meses desde as eleições, não conseguimos implementar o que prometemos para o segundo mandato. Eu digo, dê-nos mais tempo para que possamos satisfazer as expectativas”, afirmou. Sobre os escândalos da Lava Jato, Dilma defendeu que os conselhos das empresas adotem regras anti-corrupção, mas frisou que não se pode “estigmatizar companhias inteiras”.

“Não queremos criminalizar empresas nem puni-las coletivamente. Nosso modelo é os Estados Unidos: os responsáveis são punidos e as empresas continuam.”











Via O Povo

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