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terça-feira, 16 de junho de 2015

Dilma sinaliza veto ao fator previdenciário

Publicado por Junior Carvalho As terça-feira, 16 de junho de 2015  | 2 Comentario


A presidente Dilma Rousseff indicou, em conversas com aliados, que deve vetar as mudanças aprovadas pela Câmara e Senado no chamado fator previdenciário. A decisão ocorrerá nas próximas 24 horas, de acordo com informações do ministro da Previdência Social, Carlos Gabas.
A alteração executada na Câmara, por iniciativa do PTB, aplica no fator previdenciário a “Fórmula 85/95” – o cálculo prevê que homens se aposentem quando a soma da idade e do tempo de contribuição ao INSS chegar a 95 anos (55,5 de idade e 39,5 de contribuição). Para as mulheres, essa matemática cai para 85 anos (55 de idade e 30 de contribuição).
O Governo Federal trabalha em outra direção e, para a presidente Dilma Rousseff, de acordo com o Congresso em Foco, a mais coerente é a instituição da “Fórmula 100/105”. Por esse cálculo, a soma da idade e do tempo de contribuição deveria chegar aos 100 anos para as mulheres e 105 para homens. Outra sugestão oferecida por Dilma às centrais Sindicais é a instituição da idade mínima para aposentadoria. Ela seria de 65 anos para homens e 60 para mulheres.
Para emplacar essa regra, no entanto, a presidente precisaria que fosse aprovada uma proposta de emenda à Constituição, que demanda mais tempo de discussão e apoio mais numeroso no Congresso. “A presidente Dilma ainda não tomou uma decisão. Ela é muito cuidadosa, não somente com o cenário político, mas com as contas da Previdência Social e da União como um todo”, disse o ministro Carlos Gabas.
O ministro traça um cenário de preocupação e afirmou que  a proposta apresentada pela Câmara piora a situação do INSS. “Nós já tínhamos estudos para serem apresentados, […] mas a aprovação da emenda antecipou a discussão de uma forma para nós insustentável, porque não abrange toda a discussão”, afirmou Gabas. As centrais sindicais, no entanto, pressionam Dilma a não vetar as mudanças aprovadas pelo Congresso. “É essencial que a presidenta sancione aquilo que foi trazido pelo Congresso. É reparar parcela dos danos que o fator previdenciário criou na década de 1990″, disse Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT).
SEM BRIGAS
O líder do Governo na Câmara Federal, José Nobre Guimarães, expõe a necessidade de diálogo com a oposição e acha que o momento não é de briga entre PT e PSDB. “Quem pretende ser o sucessor da Dilma deveria estar preocupado com isso”, avaliou, referindo-se ao rombo que será causado na Previdência Social, caso a fórmula 85/95 seja adotada, para em seguida acrescentar:  “Temos que pensar numa Previdência Social que seja viável e sustentável para todas as gerações, as do presente e as do futuro. Não é hora de brigas de PT contra PSDB, de governo e de oposição. Precisamos ter maturidade para que nossas decisões sejam para o bem da população”, enfatizou.



Via Ceará Agora

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2 comentários:

  1. O Lula legalizou a compra de votos que foi o tal bolsa não sei lá das quantas, para se eleger e se reeleger. E a Dilma pegou o embalo do Lula e se elegeu, agora para se reeleger, sacrificou toda a nação, e ogara está aí o resultado. A chamada década perdida que apenas começou.

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