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segunda-feira, 15 de junho de 2015

Cunha rebate vaias de petistas e diz que PMDB poderia romper com PT

Publicado por Junior Carvalho As segunda-feira, 15 de junho de 2015  | Sem Comentarios


Afiado como de costume, após ser vaiado e hostilizado durante o 5º Congresso do PT, em Salvador, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), partiu para o ataque contra o partido da presidente Dilma Rousseff em sua conta no Twitter. Cunha postou uma série de mensagens da rede social nas quais afirma que petistas agridem porque não conseguem debater e “convencer de suas posições”.
“Quero agradecer as manifestações de hostilidade no congresso do PT. Isso é sinal de que estou no caminho certo. Ficaria preocupado se fosse aplaudido lá”, afirmou o parlamentar ainda na noite de sábado, sendo que, na manhã deste domingo, ele retomou o assunto, também pelo Twitter: “E, realmente, ficaria preocupado se eles me aplaudissem porque seria sinal de que eu estou fazendo tudo errado”.
Eduardo Cunha também disse, em entrevista publicada neste domingo pelo jornal O Estado de S. Paulo, que o PMDB não repetirá a aliança com o PT nas eleições de 2018 e que já prevê, em 2016, nas disputas municipais, o distanciamento. Ao jornal paulistano, o deputado ainda afirmou que “sente no ar” uma clara tentativa do Planalto de enfraquecer a articulação política liderada pelo vice Michel Temer.
– Só sinto o cheiro no ar. Havendo uma ruptura nesse processo (de articulação) com o Michel, haverá ruptura do PMDB com o governo. Isso é inevitável. Na hora em que o Michel for sabotado e confrontado no processo, deixar o comando da articulação política, da qual ele não pediu para ser, não tem razão nenhuma de o PMDB ficar no governo – disse Cunha ao Estadão.
No encontro petista na capital baiana, os petistas rejeitaram a possibilidade de romper a aliança com o PMDB para as eleições de 2016. A votação de uma emeda, que chamava o principal aliado de “sabotador do governo”, apresentada por setores mais à esquerda do PT, gerou as hostilidades a Eduardo Cunha. Quando o líder do governo na Câmara, José Nobre Guimarães (PT-CE), defendia a rejeição da emenda, os delegados petistas começaram a gritar: “Fora Cunha”.
O deputado peemedebista também sugeriu que, em um congresso do PMDB, o rompimento, rejeitado pelos petistas, poderia ter sido aprovado: “Talvez tivesse sido melhor que eles aprovassem no congresso o fim da aliança. Não sei se num congresso do PMDB terão a mesma sorte”, disparou.
Ele ainda reagiu às críticas de petistas ao PMDB: “O PMDB está cansado de ser agredido pelo PT constantemente. É por isso que declarei ao Estadão que esta aliança não se repetirá”.
No evento do PT, até o deputado Carlos Zaratini (PT-SP), que discursou pela rejeição da emenda que pedia a ruptura com o PMDB, hostilizou Cunha.
— Temos 12 anos de uma aliança vitoriosa. Não é porque um oportunista de ocasião está na Presidência da Câmara que vamos mudar isso.
Ainda por meio da conta do Twitter, Cunha respondeu a Zaratini, sem citar diretamente o colega de parlamento. Ele postou: “Para responder ao deputado que me chamou de oportunista, gostaria de lembrar que ele era vice-líder do governo e relator da MP 664, que tratava do ajuste fiscal, e aonde tinha a emenda de mudança no fator previdenciário. Ele rejeitou a emenda e, no plenário, votou a favor da emenda, e acabou tendo que deixar a vice-liderança do governo. Quem é então o oportunista de ocasião”, provocou o parlamentar fluminense.

Via Ceará Agora

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