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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Eunício quer Ministério dos irmãos Cid e Ciro

Publicado por Junior Carvalho As terça-feira, 9 de dezembro de 2014  | Sem Comentarios


A guerra, que começou na disputa ao Governo do Estado, se estende ao Palácio do Planalto. O senador Eunício Oliveira quer ocupar o Ministério da Integração Nacional no segundo Governo da presidente Dilma Rousseff.
Eunício é citado como o nome do PMDB para a pasta que tem o técnico Francisco Teixeira indicado pelos irmãos Cid e Ciro Gomes (PROS).A preferência de Eunício, vendida como opção do PMDB, tem algumas nuances e faz parte da guerra de bastidores travada pelo senador peemedebista com o Governador Cid Gomes.
Ao fincar pé no desejo de ser ministro, Eunício dá recados ao Palácio do Planalto e, ao mesmo tempo, ao grupo dos irmãos Ferreira Gomes. Cid é cotado para o Ministério da Educação, mas tem dito que o seu destino é um período de descanso de um ano nos Estados Unidos. O noticiário nacional já revelou que Cid havia recusado o convite, mas o próprio governador mandou dizer: não se recusa convite de presidente. Cid, também, nada confirmou sobre eventual convite para a Esplanada dos Ministérios.
Derrotado na disputa com o petista Camilo Santana ao Governo do Estado, Eunício não quer acumular mais resultados adversos e, para ficar em pé de igualdade com Cid Gomes – se este for mesmo indicado ministro da Educação, o Ministério da Integração Nacional o contempla para mostrar força aos aliados políticos no Ceará. O PMDB é um dos alvos de críticas dos irmãos Ferreira Gomes e, por essa razão, quer vê-los longe do Palácio do Planalto.
Eunício sente identificação com a área de recursos hídricos e, no campo agrícola, marcou o mandato com projetos que beneficiam agricultores endividados. O Ministério da Integração, portanto, o daria um bom palanque para pensar as eleições de 2018, além, naturalmente, de, na condição de ministro, ter um bom espaço para trabalhar, por meio do DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas) com os Municípios.
Se Cid ficar fora, Eunício, também, ficando fora do Ministério de Dilma, não se sentirá derrotado. Afinal, não sobrou para nenhum dos dois uma vaga no primeiro escalão do segundo mandato de Dilma Rousseff. O outro lado dessa briga está dentro do PMDB que tenta, nesta semana, emplacar mais três ministros – Eliseu Padilha ( Minas e Energia), Henrique Alves (Previdência Social) e Kátia Abreu (Agricultura).
Ao todo, o PMDB quer seis pastas. Eunício tem aliados dentro do PMDB para pressionar e entra no jogo. Caso venha assumir um ministério, Eunício abre mão para o primeiro suplente no Senado, o jornalista Waldemir Catanho (PT), ligado ao grupo da ex-prefeita e deputada federal Luizianne Lins. A vitória, se indicado ministro, seria ainda maior contra os irmãos Ferreira Gomes porque a ex-prefeita de Fortaleza sairá fortalecida com a entrada de Catanho no Senado.
A briga de bastidores continua e as eleições de 2014 deixaram arestas, arranhões e conflitos que se estendem à montagem do Ministério de Dilma Rousseffe, passam pelas articulações com vistas à sucessão da prefeitura de Fortaleza e irão desembocar em 2018, quando Eunício poder concorrer novamente ao Governo ou lutará pela reeleição ao Senado. Em 2018, são duas vagas ao Senado – hoje ocupadas por Eunício e José Pimentel (PT). Pelo andar da carruagem, dificilmente a disputa por uma das vagas não terá um Ferreira Gomes.



















Via Ceará Agora

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