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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

O diálogo de Dilma e a desconfiança de Aécio

Publicado por Junior Carvalho As segunda-feira, 10 de novembro de 2014  | Sem Comentarios



No retorno às atividades após o período eleitoral, Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) divergem sobre proposta de haver diálogo entre os dois partidos. Para o tucano, são necessárias algumas condições para que haja essa situação aconteça. Por outro lado, a presidente criticou o “ressentimento” dos derrotados.
Para a Dilma, ainda que se firmando na oposição, é necessário o diálogo entre os partidos. Do contrário, criaria um “quadro caótico” com rachas nos poderes. A presidente afirmou ainda que tanto retaliações dos vitoriosos quanto ressentimento dos derrotas tão incompreensíveis.
Segundo Sandra Helena, professora de Filosofia da Universidade de Fortaleza (Unifor), a postura da presidente de incentivar os diálogos é “protocolar”. Após a vitória, “é necessário que ela se coloque como presidente eleita, não como a Dilma do PT”. Segundo a professora, é normal as democracias passarem por disputas eleitorais com ânimos mais acirrados.
A mesma afirmação é defendida pelo deputado federal Artur Bruno (PT). Para ele, quando se abre ao diálogo, Dilma firma sua posição como presidente, não mais como candidata. O deputado afirmou ser natural em períodos pós-eleitoral haver movimentos oposicionistas rechaçando o candidato eleito, mas lembrou que a tendência é diminuir a medida que se iniciam os diálogos com os diversos setores.
Oposição incansável
Em seu retorno ao Senado, o candidato derrotado afirmou que fará uma “oposição incansável”. O senador já fez críticas ao governo da petista. Segundo ele, a adversária negou durante toda a campanha o aumento de juros e de tarifas, mas o fez três dias após a reeleição.

Sobre o diálogo com o PT, Aécio afirmou que estará condicionado a propostas que tendam aos interesses da população. O senador ainda exigiu que sejam investigadas as recentes denúncias contra a Petrobras, e punidos os culpados pelo escândalo do “petrolão”.
O deputado federal Raimundo Gomes de Matos (PSDB) também vê com cautela as palavras da presidente. Segundo ele, não existem projetos concretos que sustentem esses discurso. Quanto a posição do PSDB, ele foi claro, “o voto da população nos deu a missão de sermos oposição. O que precisamos agora é fazer a melhor oposição”.
Artur Bruno (PT) classificou essa postura dos adversários como “ressaca eleitoral”. Para ele, as exigências de Aécio foram “desnecessárias”, visto que a presidente já propôs alterações na legislação de combate à corrupção.
Essa atitude, segundo ele, deve se manter até que a oposição “assimile a derrota”. Para o deputado, a postura de Aécio e de seus partidários é de quem ainda está em campanha. Ele ressaltou que espera uma oposição menos raivosa e mais construtiva.





Via O Povo






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