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Neste Blog, trataremos de política local e nacional, esportes, saúde,educação e habitação, problemas sociais e vários outros temas de interesse relevantes.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

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Camilo Santana reúne-se com presidentes de partidos da coligação

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O governador eleito, Camilo Santana (PT), está reunido, neste momento, com os presidentes dos 18 partidos que formaram a coligação "Para o Ceará seguir mudando". O objetivo do encontro é avaliar os resultados da campanha, agradecer o trabalho realizado por estas lideranças políticas e reforçar o compromisso de criação do Conselho Político formado por representantes dos partidos.

"O Conselho Político será um fórum importante para traçar os rumos do desenvolvimento político, social e econômico do Ceará. Eu já abri este diálogo no começo desta campanha e quero fortalecê-lo durante todo o mandato", avaliou Camilo. 

A reunião está acontecendo no Hotel Oásis Atlântico. Também participam o presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, deputado reeleito Zezinho Albuquerque, e o deputado federal mais votado do ceará, Moroni Torgan.






















Via cearanews7
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PSDB quer auditoria para resultado das eleições

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios


O PSDB protocolou nesta quinta-feira no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pedido de auditoria especial para verificar o resultado das eleições presidenciais deste ano. O candidato do partido Aécio Neves perdeu a disputa para a petista Dilma Rousseff por uma diferença de 3,28 pontos percentuais. Na petição, assinada pelo coordenador jurídico do PSDB, deputado Carlos Sampaio (SP), o partido justifica que há "uma somatória de denúncias e desconfianças por parte da população brasileira" motivada pela decisão do tribunal de só divulgar o resultado da eleição presidencial após a votação no Estado do Acre.
"O aguardo do encerramento da votação no Estado do Acre, com uma diferença de três horas para os Estados que acompanham o horário de Brasília, enquanto já se procedia a apuração nas demais unidades da federação, com a revelação, às 20h00 do dia 26 de outubro, de um resultado já definido e com pequena margem de diferença são elementos que acabaram por fomentar, ainda mais, as desconfianças que imperam no seio da sociedade brasileira."
O partido pede ao TSE a abertura de processo de auditoria nos sistemas de votação e de totalização dos votos, por uma comissão de especialistas formada a partir de representantes indicados pelos partidos políticos. "É justamente com o objetivo de não permitir que a credibilidade do processo eleitoral seja colocada em dúvida pelo cidadão brasileiro que nos dirigimos neste momento à presença de Vossas Excelências", alega. O TSE ainda não se manifestou a respeito.


















Via O Povo
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Instituto de pesquisa Sensus deve explicações ao povo Brasileiro

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios


Ao contrário do que aconteceu no primeiro turno, os maiores institutos do país acertaram o resultado das eleições 2014. Pode-se dizer que o Datafolha cravou o resultado em sua última pesquisa, realizada no sábado. O instituto colocou a presidente com 52% dos votos, enquanto Aécio somou 48%. Na apuração final, Dilma obteve 51,64% e o tucano ficou com 48,36%.
O Ibope, por sua vez, acertou com a ajuda da margem de erro, que era de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Em seu último levantamento, o Instituto apontou a presidente com 53% dos votos válidos, enquanto Aécio somou 47% na pesquisa divulgada no sábado.
Considerando o limite da margem de erro, o MDA, contratado pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT) também não errou. Na pesquisa do instituto, Aécio teve 50,3% dos votos. Como a margem de erro era de 2,2 pontos percentuais, ela poderia ficar com 48,3%. Mais ou menos o que ele deve ficar. Foi por pouco.

Sensus

O Sensus é o grande derrotado da eleição e deve explicações ao Brasil. O instituto, que chegou a colocar Aécio Neves 17 pontos a frente de Dilma neste segundo turno e, há quatro dias, disse que o tucano venceria a eleição com 9 pontos de folga, apontou em sua última pesquisa vitória do tucano com cinco pontos de vantagem sobre Dilma: 52,7% a 47,9%. O resultado de Aécio acabou ficando mais de quatro pontos abaixo, e o de Dilma, três acima. O diretor do instituto, Ricardo Guedes, chegou a afirmar que a reeleição de Dilma era “algo impossível”. As pesquisas do Sensus foram todas contratadas pela revista IstoÉ.
Há dez dias, investidores ouvidos pelo jornal O Valor denunciaram que as pesquisas do Instituto Sensus – dando vitória a Aécio por larga margem – visariam favorecer manobras especulativas no mercado. “Alguém ganhou muito dinheiro com isso. Não faz sentido soltar pesquisa com mercado aberto e a pesquisa mostrar uma vantagem de votos desse tamanho”, disse a fonte do jornal.
Ainda durante o segundo turno, o jornalista Fernando Brito revelou, em seu blog, que a história do Sensus está recheada de acusações e fraudes e até o próprio PSDB chegou a representar judicialmente contra o instituto.
É importante que não se varra para debaixo do tapete o papel vergonhoso desempenhado pelo Sensus nas eleições de 2014 e que o instituto responda pela sucessão de erros. O eleitor, ou boa parte dele, pretende saber por que foi enganado.





Via pragmatismopolitico

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quinta-feira, 30 de outubro de 2014

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Em vídeo, Lula diz que o PT precisa ser respeitado

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, em vídeo postado em sua página no Facebook, que as ofensas contra o PT durante o processo eleitoral ajudaram a disseminar o ódio. "Você pode disseminar a divergência, é próprio da democracia. Você pode não gostar do PT, mas tem de respeitar o PT", disse, no terceiro vídeo da série em que comenta as eleições 2014 e os rumos do Brasil a partir do próximo ano. 
Segundo o ex-presidente, no Brasil sem um governo petista "uma grande parcela da sociedade estaria marginalizada como sempre esteve". "Toda vez que aparece alguém disposto de cuidar do mais marginalizado, tem gente que não gosta, que fica com certo ódio", afirmou.
Lula lembrou a história do partido e afirmou que se a parcela que critica o PT conhecesse um pouco mais a história do Brasil compreenderia a importância da sigla. "Essa gente tem de compreender o papel importante que o PT fez para a democracia brasileira", ressaltou, apontando feitos do governo Lula-Dilma, como a inclusão de mais pobres nas universidades.
O ex-presidente voltou a dizer que o objetivo do governo petista não é "tirar nada de ninguém". Ele ponderou, no entanto, que assim como os que "comem três vezes por dia, andam de avião e comem carne boa" o restante da sociedade brasileira também quer esses benefícios.
Repetindo a linha que adotou durante a campanha, Lula disse que tem gente que se incomoda com o fato de um filho de uma doméstica estar no ensino superior e que isso está enraizado na sociedade brasileira. "Estamos vencendo um preconceito histórico, preconceitos crônicos, não é de hoje. São coisas que a elite disseminou há muito tempo."
Sem citar o mensalão e o fato de ex-lideranças do partido estarem presas, Lula afirmou ainda que apesar de o PT ter "muito serviço prestado ao País", o partido tem que punir quem comete erros. "O PT precisa saber, na hora que o PT comete erros, na hora que o PT se mete em coisa que não deva se meter, que no governo petista temos que ser mais sérios que no governo tucano, e que nós temos que investigar. E que se tiver que ser punido o petista, que seja punido o petista", afirmou.
Veja
No início do vídeo, Lula diz que a revista Veja atuou como panfleto da campanha de Aécio Neves (PSDB). "Se você olhar a Veja como uma revista de informação, você fica muito nervoso pela quantidade de mentiras. Agora, se você olhar a Veja como um panfleto da campanha do Aécio, você sofre menos", disse. "Vi essa revista como um panfleto da campanha do Aécio, talvez o melhor panfleto da campanha do Aécio."
Para Lula, a publicação tentou dar uma cartada final ao antecipar sua tiragem que trazia acusações contra ele e a presidente Dilma Rousseff. "Ela achava que a partir das coisas que ela contou na revista poderia ganhar o processo eleitoral", disse. "Na verdade ela deu um instrumento para a campanha do Aécio trabalhar na imprensa escrita e televisada", completou.
Ao afirmar que não lê a Veja há muito anos, Lula disse que não leva a publicação a sério e afirmou que ela já se definiu ideologicamente há muito tempo. "Ela odeia o PT, odeia o governo do PT. Em vez de ficarmos nervosos, irritados e todo mundo bravo, a gente tem de ver o seguinte: a Veja é uma revista de oposição ao governo. Pronto, acabou."
Lula disse ainda que quando alguém faz "uma maldade" quer provocar reações ruins nas pessoas, mas que nesse caso ele não vai perder o sono. "Quando eles perceberem que a gente dormiu e não perdeu o sono, eles é que vão ficar acordado a noite inteira, vão ter azia e vão ficar muito mal. É assim que eu trato eles", disse.












Via O Povo
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Aécio teria vencidos a eleição se não houvesse internet

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios


Cientista político diz que a mesma operação utilizada em 2014 para que Aécio vencesse a eleição foi realizada, com sucesso, em 1989 a favor de Collor. A diferença é que hoje existe a internet e as informações são constantemente confrontadas


Carro-chefe da editora Abril, a revista Veja lançada na última sexta-feira (24) divulgou como matéria de capa uma acusação de que a presidenta reeleita Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ambos do PT, tinham conhecimento de um esquema de corrupção na Petrobras. Sem apresentar qualquer prova, o conteúdo da reportagem era baseado em suposto depoimento do doleiro Alberto Youssef à Polícia Federal, que foi desmentido por seu advogado logo após a publicação.
Considerada a última “bala de prata” da oposição para tentar impedir uma nova vitória petista sobre os tucanos, a reportagem foi contestada duramente pela presidenta durante seu último programa eleitoral na TV na mesma sexta-feira. Ainda naquele dia, a Justiça considerou a publicidade da revista como “propaganda eleitoral” e também concedeu direito de resposta ao PT no site da revista.
Ainda assim, o estrago já estava feito. A campanha e simpatizantes do PSDB distribuíram panfletos com a capa impressa da revista da Abril em várias cidades do Brasil. Já na madrugada de sábado (25) para domingo (26), circulavam boatos de que Alberto Youssef havia sido envenenado, algo que teve de ser desmentido com rapidez pela Polícia Federal.
“Essa operação da Veja mostra que ela não é um órgão de comunicação, o que ela mostrou claramente é que ela é uma sala do comitê político do PSDB no Brasil. A revista operou de maneira a desinformar. Ela desinformou”, disse o sociólogo Sérgio Amadeu, doutor em Ciência Política pela USP. Comparando o caso à ação midiática que ajudou a decidir o pleito presidencial de 1989, com a eleição de Fernando Collor de Mello, Amadeu acredita que o plano da editora Abril só não se concretizou nas urnas pela existência da internet. “Existe hoje a internet, que não tinha naquela época. Então, se não houvesse a internet, certamente o candidato Aécio Neves tinha ganho a eleição.”
Para o cientista político, as redes sociais apontaram um acirramento muito grande e deixaram claro que “a linha política e o conteúdo discursivo das forças comandadas pelo PSDB” é baseada na “estratégia do cinismo”. Amadeu também defendeu uma reforma política para se alcançar uma legislação mais democrática dos meios de comunicação. Entrevista completa abaixo:

Qual foi a influência da capa da revista Veja às vésperas do segundo turno presidencial entre Dilma e Aécio?

A capa da Veja foi feita justamente para influenciar o resultado eleitoral. Ela normalmente está nas bancas no sábado, mas saiu na sexta-feira. E era uma capa para, inclusive, ser impressa, tanto é que a campanha do candidato Aécio Neves (PSDB) imprimiu essa capa justamente para manter aquele clima que eles criaram no Brasil de demonização do outro. O grupo Abril, em particular a revista Veja, já há muito tempo é organização que defende interesses econômicos a partir da gestão da política. Não há como dizer agora o quanto impactou, mas eles influíram claramente na votação de domingo, porque o Aécio conseguiu, a partir desse tipo de ação, crescer e encostar na candidata Dilma Rousseff no segundo turno das eleições.

Como o sr. avalia o papel da internet nessas eleições?

Uma coisa que chama atenção nesse processo é que essa operação já tinha sido feito nas eleições de 1989, com sucesso, mas não teve desta vez. E por quê? Porque desta vez – além das pessoas já conhecerem a manobra de grupos de comunicação misturadas à elite política econômica no caso da vitória do Collor – também existe hoje a internet, que não tinha naquela época. Então, se não houvesse a internet, certamente, o candidato Aécio Neves tinha ganho a eleição, porque era o candidato preferido pelos grupos econômicos, pelos banqueiros, pelo mercado de capitais. Inclusive oscilava a Bolsa e, se você for ver, é muito curioso, quando as pesquisas davam a Dilma crescendo, a Bolsa caía, o que mostra o humor desses especuladores financeiros. A internet foi decisiva para a garantia de um debate que não existiria se fossem apenas os meios de comunicação de massa atuando nessas eleições. Isso é bastante nítido no processo eleitoral que ocorreu em 2014.

E as redes sociais?

As redes sociais, em particular, tiveram um papel grande e mostraram, na verdade, um acirramento muito grande. Deixou claro, e é importante que tudo fica registrado, qual é a linha política e o conteúdo discursivo das forças comandadas pelo PSDB, que é baseada em preconceito, em mentira e numa estratégia que podemos chamar de “estratégia do cinismo”. Eles chegam a afirmar que nenhum corrupto ligado ao PSDB está preso ou foi julgado por incompetência do PT, o que é uma coisa completamente cínica. Esse tipo de ação, as pessoas não têm clareza de como vão lidar com isso. Agora, minha opinião é bastante clara: é preciso mostrar concretamente o que é o PSDB do ponto de vista da corrupção. É inaceitável que a bandeira da corrupção seja tomada por forças da corrupção. É inaceitável.
Não tenho nenhuma dúvida do aparelhamento que (governador de São Paulo) Geraldo Alckmin faz na Sabesp. Isso ficou nítido nas gravações mostrando que eles são capazes de ganhar a eleição, inclusive se for para deixar uma cidade em situação de calamidade. Nós temos que mostrar que eles são uma junção de descompromisso com a democracia, de má gestão de recursos públicos e de corrupção em larga escala, como foi feito em São Paulo. Réus confessos entregaram as provas e o Ministério Público não faz nada. Então, temos que ir para cima disso.
Temos que ir para cima do crime eleitoral cometido pela revista Veja, temos que exigir o julgamento do mensalão mineiro antes que ele prescreva e temos que mostrar toda a ligação que o PSDB tem com crime, com práticas absurdas. Não podemos aceitar. E não vai ser falando “pessoal, o clima de ódio é ruim”. Não. O clima de ódio só vai ser reduzido com argumentos verdadeiros e racionais. Não é pedindo paz e amor, não, mas colocando claramente para as pessoas, insistentemente, as falácias do discurso que eles reproduzem para o Brasil. A gente tem que ser muito claro com isso, porque disso depende a democracia, né?

O sr. acredita que o novo governo possa mudar artigos que dizem respeito à comunicação?

Eu acho que um dos principais pontos da reforma política para o Brasil é a reforma da comunicação. Essa operação da Veja mostra que ela não é um órgão de comunicação, o que ela mostrou claramente é que é uma sala do comitê político do PSDB no Brasil. A revista operou de maneira a desinformar. Ela desinformou. Ela já havia feito isso se ligando a um criminoso chamado Carlos Cachoeira e não aconteceu nada. O cara continua lá na sucursal de Brasília, não foi preso, não foi condenado. Nós precisamos mexer nessas estruturas de concentração econômica de poder, fazer uma reforma da comunicação, uma lei de meios, como a da Argentina. E nós precisamos também de uma reforma política que retire o poder do capital, que retire o financiamento privado de campanha, mas que permita também à gente avançar em questões cruciais da sociedade brasileira. Com uma Constituinte que não possa ser com estes deputados, que tenha que ser exclusiva. O deputado que quiser fazer essa Constituinte só poderá se candidatar para isso, para discutir as ideias e o futuro do país, e não para vir com esquemas que a gente sabe que eles articulam, de grandes corporações, de forças que bancam campanhas milionárias. Precisamos de uma reforma política com uma Constituinte exclusiva e, nesse contexto, uma reforma das comunicações.

Por que os partidos têm tido certa dificuldade em atingir os jovens na internet?

A internet não é contraposta aos partidos, mas é que a velocidade das comunicações e as relações intensas que existem na internet geram muitas dificuldades para os partidos, principalmente para legendas partidárias que são estruturas mais orgânicas. Por exemplo, o PSDB adotou e atuou como estratégia na internet, e não é de agora, de desconstruir seus opositores, no caso o governo federal e o PT.
E os tucanos fazem isso destilando preconceitos e coisas absurdas. Se for ver o que dizem dos nordestinos, dos gays e das opções políticas das pessoas, beira ao fascismo. Agora temos que ver o que os partidos que são propostas democráticas e de esquerda podem refazer utilizando a internet, mas é muito difícil fazer política só pelas estruturas partidárias. Hoje, está muito claro que não é só o partido o elemento que faz política. Há outras formas de se fazer política, inclusive com conexões, grupos e coletivos de ativistas na internet.













Via .pragmatismopolitico
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Os principais micos da eleição de 2014

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios


Passada a eleição, é hora de selecionar os grandes “micos” dessa campanha eleitoral que mobilizou ódio e preconceito – por fim, derrotados na urna.
Faço aqui uma breve lista, mas gostaria que os internautas ajudassem a completá-la.

1) Marina Silva

Ganhou, disparado, o grande troféu de mico eleitoral. Sorriu sobre o caixão de Eduardo Campos em agosto. Depois, terceirizou sua campanha ao Itaú, enquanto se apresentava como “terceira via”… No fim, desmontada pelos fatos, soltou os cabelos numa cerimônia constrangedora de adesão a Aécio Neves.
Marina destruiu dois partidos (PSB e Rede), e avacalhou sua própria história. Derreteu quando fugiu do debate com Dilma no primeiro turno. Raivosa, apoiou Aécio no segundo turno. Ao lado do tucano, perdeu a eleição e a pose.

2) Sensus e Istoé

Quando todas as pesquisas, na reta final, já davam Dilma em primeiro lugar, o instituto Sensus produziu estranhíssimos levantamentos que indicavam Aécio até 15 pontos na frente. É, nitidamente, caso para investigação policial. A revista “Istoé” arrastou-se na lama publicando as pesquisas aecistas.
Mas pior foi ver o Estatístico que dirige o instituto afirmar: “rasgo o meu diploma se a pesquisa estiver errada”. Aguarda-se agora que ele cumpra a promessa de campanha.

3) Lobão e Mainardi

O roqueiro prometeu ir embora do Brasil se Dilma ganhasse.
Mais um que faz promessas só para iludir o povo. Diante da derrota, o ex-roqueiro declarou que voltava atrás – frustrando milhões de brasileiros que já se cotizavam para pagar o bilhete aéreo do rapaz.
Lobão recebeu, na última hora, a companhia do moço que trabalhava na “Veja” e fugiu para Veneza. Diogo Mainardi prometeu que se jogaria pela janela se Dilma vencesse. Até agora, não cumpriu a promessa.

4) “Veja” e a classe média paulista

A revista da marginal lançou-se com fúria infantil na campanha. Às portas da falência, apostou tudo na eleição de Aécio Neves – produzindo uma capa que atendia aos interesses tucanos.
A capa virou panfleto nas mãos da furiosa classe média paulista – que na tarde de sábado (25/outubro) distribuía o material em uma desesperada passeata na avenida Paulista.
A mesma classe média espalhou boatos de que o doleiro Youssef (principal “fonte” da revista) teria sido “envenenado pelo PT”. Era mentira.
“Veja” e a classe média conservadora acabaram por se afogar no próprio ódio.
A revista da marginal pagou o mico de publicar um direito de resposta do PT em seu sítio eletrônico – por ordem do TSE.
Já a classe média conservadora pagou o mico de terminar a eleição espalhando mensagens preconceituosas pelas redes sociais – contra o Nordeste.
Detalhe: a derrota de Aécio não se deu no Nordeste. Mas no Rio e em Minas.

5) A viúva de Pernambuco

A família de Eduardo Campos mergulhou na campanha de Marina (e, depois, de Aécio) de forma abrupta. Filhos e viúva foram os primeiros a desrespeitar o luto.
Pagaram o mico duplo: usaram o cadáver na campanha, o que não impediu uma derrota humilhante no segundo turno.
Entre a exploração mórbida da memória de Eduardo e o reconhecimento ao ex-presidente Lula, o povo pernambucano ficou com o segundo.

6) “O povo não é bobo…”

A Globo de Ali Kamel iniciou o segundo turno descarregando o escândalo da Petrobras sobre Dilma. A família Marinho imaginava que ali decidiria a eleição. Mas Dilma resistiu – bravamente.
A capa da “Veja”, na véspera do segundo turno, mostrou uma Globo já mais vacilante.
Na sexta-feira (24/outubro), Ali Kamel fugiu do assunto – temendo que Dilma desmascarasse a Globo no debate ao vivo que aconteceria naquela noite. E Dilma mandou mesmo recado no debate, quando abriu sua resposta sobre a revista com a frase: “o povo não é bobo…”.
No sábado antes da eleição, a Globo entrou no assunto – de forma covarde. Dilma já não teria como responder. Mas o JN não teve o mesmo ímpeto de outras eleições. Mostrou-se fraco.
Quando Dilma fazia o discurso da vitória no domingo, com transmissão ao vivo, a platéia interrompeu: “o povo não é bobo, abaixo a Rede Globo”.
Dilma manteve um meio sorriso no rosto. O áudio vazou no ar, inclusive na Globo.
Mais um mico para a coleção de Ali Kamel (diretor de Jornalismo da emissora) – que se dedica a processar blogueiros, enquanto vê a audiência da TV despencar.

7) “Vamos conversar? Não, obrigado…”

Aécio foi um candidato competitivo. Agressivo demais em alguns momentos.
Mas mostrou coragem, ao defender o legado de FHC, e ao reconhecer a vitória de Dilma de maneira republicana e tranquila.
Mas, do ponto de vista visual, o grande mico da eleição foi uma foto que integra a imagem que abre esse texto.
Aécio iniciou a campanha com o mote “vamos conversar”. Os ricos e remediados toparam falar com ele. E votaram nele.
Mas Aécio jamais conseguiu chegar aos pobres. Na visita a uma comunidade em BH, um morador recolheu a mão quando o candidato estendeu a dele para o cumprimento.
Mico registrado para a posteridade. Mico tão grande quanto perder a eleição em Minas – onde ele esperava uma vitória “consagradora”.





















Via pragmatismopolitico
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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

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Consenza diz que nunca ouviu falar de esquema na Petrobras

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios


O diretor de Abastecimento da Petrobras, José Carlos Cosenza, afirmou nesta quarta-feira, 29, em depoimento à CPI mista da estatal, que “nunca ouviu falar” de um esquema de desvio de recursos da companhia petrolífera para atender a interesses de partidos políticos. Ele também disse desconhecer, nos 38 anos como funcionário da Petrobras, a existência de um esquema de pagamento de 3% de propina sobre contratos de um cartel de empreiteiras.
Cosenza disse que só conheceu Paulo Roberto Costa no momento em que foi convidado para ocupar a Gerência de Refino da estatal, em 2008. Costa, a quem sucedeu na Diretoria de Abastecimento em 2012, participou de um acordo de delação premiada no qual confessou ter feito parte de um esquema de desvio de recursos e pagamento de propina a políticos.
O diretor afirmou que jamais teve conhecimento de irregularidades na estatal nem acerto entre as empreiteiras para fraudar contratos na estatal, conforme admitiu Costa. “Nós temos várias comissões internas de averiguação, além disso, a Petrobras está muito próxima dos órgãos públicos, então não existe uma conclusão até o momento”, afirmou.
Questionado pelo relator da CPI, deputado Rubens Bueno (PPS-PR), se sabia de “conluio” em contratos da Petrobras, Cosenza respondeu: “É o objetivo dessas comissões internas (de investigação da Petrobras), se tiver ocorrido, chegar a essas conclusões.”
O diretor comentou a reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo em que é descrita que a Polícia Federal interceptou, no curso da Operação Lava Jato, uma troca de mensagens entre o doleiro Alberto Youssef e o deputado Luiz Ârgolo (SD-BA), em que ambos faziam menção a Cosenza. Segundo a matéria, os dois planejavam um encontro entre o atual diretor e Youssef. A matéria ressalva que a PF não imputa “atos ilícitos” a Cosenza, embora o nome dele conste do relatório da polícia feito para a operação.
Cosenza disse que não conhecia nenhum dos dois. “Nunca estive nem com um nem com outro, não os conheço pessoalmente”, afirmou.


















Via Ceará Agora
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Maior parte dos governadores terá maioria nas Assembleias Legislativas

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios


Dos 27 governadores eleitos neste ano, 15 devem ter maioria nas Assembleias Legislativas de seus estados, de acordo com levantamento feito pelo G1. Outros 11 devem enfrentar problemas para aprovar propostas no plenário, já que a oposição deve ser mais numerosa. Já no caso do Distrito Federal, ainda não é possível saber como será a situação a partir de janeiro de 2015.

Para determinar o total da base aliada, foram considerados os deputados estaduais cujos partidos integraram as coligações dos governadores eleitos. Também foram contabilizados os políticos das siglas que apoiaram os eleitos no segundo turno, quando este foi necessário. Por isso, o número pode sofrer alterações até 2015, já que as composições ainda estão sendo negociadas. 
A bancada com a maior "folga" é a do Amapá, em que Waldez Góes, do PDT, deve governar com o apoio de 20 dos 24 deputados estaduais eleitos - o que representa 83,3% do total. Apenas dois deputados do PSB e dois do PSOL devem lhe fazer oposição.

Já entre os 11 estados em que os governadores terão minoria, a situação mais apertada é no Maranhão. Flávio Dino (PC do B) deve ter o apoio de apenas 13 dos 42 deputados, o que significa que 29 devem ser da oposição - ou 69% das cadeiras.
Indefinidos

Em alguns estados, o número de deputados indefinidos - ou seja, cujos partidos não integravam nem a coligação do governador eleito, nem o da sua oposição sistemática - é elevado.
Em São Paulo, das 94 cadeiras, pelo menos 52 devem ser da base do reeleito Geraldo Alckmin (PSDB), o que garantirá a maioria. Já 22 devem formar sua oposição, com deputados do PT, do PC do B, do PSOL, do PDT e também do PR, que integrou a coligação de Alexandre Padilha (PT). Outros 20, porém, foram eleitos por siglas da coligação de Paulo Skaf (PMDB) ou são independentes, sendo a maioria do PV e do PTB. Neste caso, ainda não é possível determinar se eles integrarão a base ou a oposição.

No Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori (PMDB) também deve ter a maioria - 24 dos 55 deputados eleitos. Os partidos que formaram a coligação de oposição de Tarso Genro (PT) elegeram 20 deputados. Entretanto, há quatro partidos que elegeram deputados, mas não apoiaram oficialmente nenhum candidato no segundo turno da eleição estadual. É o caso do PDT, com oito cadeiras, do PRB, com uma vaga, e do PSOL e do PV, que elegeram um deputado cada um.

Contra a sigla

Já no Distrito Federal, até o momento, apenas é possível saber que pelo menos 12 deputados devem apoiar Rodrigo Rollemberg (PSB). Os partidos dos outros eleitos ainda estão sem definição. Apesar de sua sigla ainda não ter se posicionado oficialmente, porém, Chico Vigilante, do PT, já declarou oposição.













Via G1.com
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Adeílton Silva afirma que a oposição não saiu derrotada nas eleições. Como assim?

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios

Na sessão de ontem (28)  os vereadores usaram o tema livre para debaterem  o resultados das ultimas eleições em Altaneira.

O vereador  Genival Ponciano usou a palavra para agradecer os altaneirenses que votaram no grupo de oposição, o parlamentar  disse que  os lideres de oposição fizeram um trabalho leve e sem dinheiro, desta forma os  votos obtidos foi muito satisfatório.

Já o vereador Adeilton Silva disse que o grupo de  oposição não saíram derrotados nessas eleições e agradeceu o apoio do ex-presidente da Câmara Municipal de Altaneira Raimundo Rodrigues e a vereadora Alice Gonçalves pela expressiva votação que a  oposição obteve no São Romão, o que não dar pra entender, pois o grupo de situação saíram vencedora no vale do São Romão com uma maioria de 62 votos, e no geral  a oposição foi humilhada pelo grupo  do Prefeito Delvamberto Soares. 

O vereador Edezyo Jalled destacou a vitória do grupo do Prefeito Delvamberto Soares: " Quero aqui primeiro agradecer aos altaneirense que de forma democrática foi as urnas para exercer seu direito de cidadão, é importante destacar que que mais uma vez o grupo da situação de forma ESMAGADORA o grupo de oposição, em todas as urna fomos vencedores com exerção do Sitio Cachimbo que perdemos por  apenas por vinte votos.


O parlamentar Antonio Leite usou a palavra para agradecer aos altaneirenses em especial ao povo da Serra do Valério pela expressiva votação nas ultimas eleições, e disse ao colega Gilson cruz que já sentiu na pele as falsas acusações por pessoas do grupo de oposição, exerça seu papel  de cidadão e  procure seus direitos na justiça. 

A vereadora Alice Gonçalves usou a palavra para dizer que não se sentia derrotada, pois não tinha feito campanha apenas tinha aconselhado alguns amigos e amigas para  votarem  em Aécio e Eunício, a vereadora disse que ainda estava no grupo de situação e vota a favor a  todos os projetos do Poder Executivo. A vereadora finalizou dizendo que os votos dela não é de funcionários da prefeitura e sim de pessoas humildes e trabalhadoras. 

O vereador Flavio Correia também usou a palavra para agradecer o resultado das ultimas eleições, e destacou a vitória dos candidatos do grupo de situação a uma grande gestão feita em Altaneira pelo grupo do prefeito Delvamberto Soares.

A presidente Lélia de Oliveira agradeceu a comunidade da Taboquinha por terem votados  nos candidatos Chico Lopes e em Daniel Oliveira e criticou a postura do blogueiro Raimundo Soares, a vereadora acusou o blogueiro de ter feito varias  matérias denegrindo a imagem da mesma e de  seus candidatos ao longo das eleições.


Fica claro que os vereadores de oposição procuram desesperadamente um meio de explicar a esmagadora derrota nas ultimas eleições, ficou nítido que o grupo do prefeito Delvamberto saiu fortalecido, já o grupo da oposição saíram humilhados e procurando uma desculpa que não cola.
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terça-feira, 28 de outubro de 2014

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"Irei processar o ex- prefeito Antonio Dorival", afirmou Gilson Cruz

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios

Vereador Gilson Cruz

Na sessão de hoje (28) o vereador Gilson Cruz usou o tema livre para se defender de acusações  mentirosas feita pelo o ex-prefeito cassado  Antonio Dorival .

O parlamentar acusou Antonio Dorival de lhe chamar de "LADRÃO", pondo assim em cheque a sua moral perante a sociedade altaneirense.

O vereador argumentou : " vou provar para todos que sou uma pessoa honesta e trabalhadora e não uma pessoa desonesta como afirmou o ex- prefeito, ele anda na rua dizendo que eu estou com   uma BOMBA de água e não quero entregar, quando na verdade eu comprei de um ex- vaqueiro dele. Agradeço á todos que  me apoiaram, pois sabem do meu caráter, irei procurar meus direitos na justiça e peço que o ex-prefeito Antonio Dorival faça  o favor de tirar meu nome de sua boca ,pois eu não aceito ser desmoralizado. Peço a vocês que reflitam sobre a minha história de vida e comparem com  a história deste rapaz que está me acusando falsamente.

Afirmo aqui que por enquanto não tenho nenhum compromisso com o grupo do atual prefeito Delvamberto Soares, irei primeiro me reunir com minha família e com todos que me ajudaram no processo eleitoral municipal". 

Nota-se  é que Gilson Cruz não aceitou ser manipulado por um politico vaidoso e que quer apenas usar as pessoas para os seus interesses próprios, enquanto Gilson Cruz  estava em seu grupo era uma pessoa honesta, agora que saiu Antonio Dorival está querendo de forma covarde denegrir a imagem do parlamentar com mentiras. É muito fácil pegar a biografia de Gilson Cruz para saber do caráter dele, mas também é muito fácil pegar a história do ex-prefeito cassado Antonio Dorival e saber a vasta lista de maracutaias. 
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Prefeito Delvamberto Soares lança nota de agradecimento aos altaneirenses

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios

Foto: Garoto Beleza

Na tarde de ontem (27) o prefeito Delvamberto Soares usou as redes sociais para agradecer a todos os altaneirenses pelo apoio.

Confiram a nota:

"Venho agradecer à todos os amigos, companheiros e militantes que acreditaram e junto conosco confirmaram no dia de ontem que o povo brasileiro e cearense quer seguir avançando, construindo uma sociedade mais justa e igualitária.

Em Altaneira, conseguimos expressiva adesão ao nome de Camilo e a reeleição de nossa Presidenta Dilma, agradeço a cada um por acreditar neles e em nosso grupo. Cada nova adesão para o nosso grupo é motivo de muita alegria, pois essa é a mais pura comprovação de que nosso trabalho está sendo bem desenvolvido e reconhecido pelo povo altaneirense.


A presidente Dilma já mostrou a que veio e, sem dúvidas, continuará o trabalho que foi iniciado pelo presidente Lula e fortalecido no primeiro mandato dela. O Camilo já era um grande parceiro do nosso município, sempre nos ajudou quando a frente da Secretaria das Cidades. Sem dúvidas, Altaneira votou em quem trabalha pelo nosso povo, e com a parceria que temos, certamente vamos juntos construir a cada dia uma Altaneira do Jeito Certo, e continuar a honrar o nosso Compromisso com o Desenvolvimento e o Social. Um grande abraço"! 
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Luizianne é a maior derrotada no PT com vitória de Camilo

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios


A ex-prefeita de Fortaleza e deputada federal eleita é a mais derrotada no PT com a vitória de Camilo Santana ao Governo do Estado. Luizianne, em conflito com os irmãos Cid e Ciro Gomes, trabalhou para fortalecer a candidatura de Eunício Oliveira, arregimentou aliados dentro do PT e sonhou com a ascensão do jornalista e primeiro suplente de senador, Waldemir Catanho. A vaga de Catanho no Senado estaria garantida com a vitória de Eunício.
Luizianne se opôs à escolha do nome de Camilo Santana antes mesmo da convenção estadual que oficializou a candidatura do petista e a aliança com o PROS e as siglas aliadas ao grupo liderado pelo Governador Cid Gomes (PROS). Durante a campanha, o aliado Catanho era um dos coordenadores políticos da campanha de Eunício e, no segundo turno, a mãe de Luizianne, abriu um comitê pró-Dilma e Eunício.
As divergências da ex-prefeita com os irmãos Ferreira Gomes nasceram nas eleições de 2012.  Luizianne esperava o apoio de Cid e Ciro ao candidato do PT à Prefeitura da Capital. Os irmãos, até então filiados ao PSB, romperam a aliança e lançaram o deputado estadual e hoje prefeito Roberto Cláudio. Luizianne perdeu a eleição, no segundo turno, com o advogado Elmano de Freitas que, nas eleições deste ano, ganhou uma vaga na Assembleia Legislativa.
Com Luizianne, foram derrotados, também, o deputado federal Eudes Xavier, que tentativa à reeleição, e o deputado estadual Antonio Carlos. Ambos saíram das urnas com votações pífias. O xadrez desenhado por Luizianne Lins tinha peças pré-definidas para construir um mapa político que a permitisse voltar, em 2016, a concorrer à Prefeitura de Fortaleza.
Esse sonho ainda será alimentado, mas sem uma das principais peças que dariam sustentação nesse projeto: derrotado nas urnas ao Governo do Estado, o PMDB, aliado preferencial de Luizianne para concorrer à sucessão de Roberto Cláudio, ficou em segundo lugar na corrida ao Governo do Estado e, embora vitorioso na Grande Fortaleza com Eunício Oliveira, sai fragilizado e sem o poder para construir novas alianças.
Derrotada, Luizianne vai avaliar o cenário político e, na Câmara Federal, a partir do dia primeiro de janeiro de 2015, construirá pontes com o Palácio do Planalto na tentativa de viabilizar uma candidatura à Prefeitura de Fortaleza.  Quanto ao Governo de Camilo Santana, é pouco provável que a ex-prefeita tenha os espaços que sonhou com Eunício Oliveira no poder. 
















Via Ceará Agora
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''Preconceito contra os nordestinos mostra que o Brasil não é cordial'', diz pesquisadora

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios




Assim como no 1° turno, o resultado das eleições presidenciais no último domingo, 26, resultou em vários comentários preconceituosos nas redes sociais. As mensagens xenofóbicos que associavam os votos do PT na região Nordeste aos programas sociais configuram um tipo de conflito social, conforme a antropóloga Jânia Perla Aquino, do Laboratório de Estudos da Violência (LEV) da Universidade Federal do Ceará (UFC). 


“Isso de certa foram mostra que o Brasil não é tão cordial assim. Existe esse senso comum que que somos cordiais, o que não é verdade. As estatísticas de homicídios são altas e muitas vezes resultam de conflitos sociais que separam o país em opostos, seja pela cor, orientação sexual ou renda”, detalha. Para Jânia,a mídia pode incitar essa xenofobia após as eleições quando separa o mapa do Brasil em duas cores, vermelho para o PT e azul para o PSDB.



“A grande mídia generaliza a maioria e estimula um ódio ao diferente. Não são todas as pessoas daquela região que votam em determinado partido, mas quando esses mapas se dividem em duas cores há a ideia infundada de que somente é PT quem é do nordeste e PSDB quem é sul e sudeste, por exemplo”, avalia. 


Ainda segundo a pesquisadora, a ideia de quem vota no PT é nordestino que precisa de uma política assistencialista é defasada. “O Nordeste é rico, sua economia cresce e esse preconceito emerge de dados irreais.O próprio PT nasceu no ABC paulista. Associar o voto de quem pensa diferente à desinformação é um preconceito que deve ser eliminado, repensado”, completa. 

























Via O Povo
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segunda-feira, 27 de outubro de 2014

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"Não tenho compromisso com ninguém" diz Camilo sobre indicações para formar secretariado

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios



O governador eleito do Ceará, Camilo Santana (PT), afirmou, nesta segunda-feira, 27, que não assumiu compromisso prévio com ninguém para formar o secretariado de sua gestão. O petista concedeu entrevista para a rádio O POVO/CBN e adotou o discurso de “unir o Ceará”. 

Camilo prometeu que, até dezembro, se reunirá com diversas categorias e segmentos para traçar as diretrizes do seu governo. Ele frisou não ter feito acordos prévios para estruturar seu secretariado e que o único compromisso que tem é com o povo. Desvinculando sua imagem do atual governador Cid Gomes (Pros), o petista reforçou que fará “um governo novo” e que vai escolher secretários “com muito critério”.



O novo governador prometeu que se dedicará à questão da segurança pública, com o objetivo principal de unir a Polícia. Ele destacou que ainda não tem perfil definido para secretário, mas deve buscar projetos como a ampliação do batalhão do Raio e do programa Em Defesa da Vida, implementado pelo atual secretário da Segurança Pública e Defesa Social, Servilho Paiva.

"Vou ser governador de diálogo, chamar todas as pessoas, todos os parlamentares, para o bem do Ceará”, disse Camilo, sem indicar veto aos senadores adversários Eunício Oliveira (PMDB), que também disputou o governo, e Tasso Jereissati (PSDB).

Em relação à área da saúde, Camilo disse que vai conversar com governadores do Nordeste para articular um reajuste da tabela do SUS. O objetivo é ter mais financiamento da saúde no nordeste.

Sobre a geração de emprego e renda, Camilo destacou que brigará para garantir a refinaria e a siderúrgica no Ceará.



























Via O Povo
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