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Neste Blog, trataremos de política local e nacional, esportes, saúde,educação e habitação, problemas sociais e vários outros temas de interesse relevantes.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

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Pedido de impeachment do prefeito de Antonina do Norte

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios



A Câmara Municipal de Antonina do Norte (a 481,9 quilômetros de Fortaleza) recebeu pedido de impeachment do prefeito, Antônio Roseno Filho, eleito em 2012 pelo PDT. Movido por uma cidadã comum, o pedido é baseado em investigações do Ministério Público Federal do Ceará (MPF-CE), que, no fim do ano passado, começou a apurar denúncia de fraude no Programa Saúde da Família (PSF) no Município.

O prefeito, o ex-secretário de Saúde, Luzier Alves de Souza, e o médico Bruno Braga Penha da Silva, integrante do PSF, foram alvos de ação de improbidade administrativa. De acordo com o MPF, apesar de a Prefeitura receber mensalmente recursos federais do Sistema Único de Saúde (SUS), apenas um médico foi contratado para atender nas três unidades do PSF de Antonina do Norte. As investigações do MPF apontaram ainda que o médico estava morando e fazendo especialização em Fortaleza, quando deveria estar cumprindo a jornada de trabalho em Antonina do Norte.

Segundo a presidente da Câmara, Antonieta Palácio, o pedido de impeachment será analisado na sexta-feira, 2. O prefeito não foi localizado para comentar o assunto.

Licitação
Na semana passada, o Ministério Público Estadual realizou operação em Antonina do Norte para verificar possível fraude em licitações, a operação resultou na prisão de três integrantes da Comissão de Licitação da Prefeitura.




























Via Miséria
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Cid: "Não descarto apoiá-lo, mas tenho situações para administrar. O PROS é maior do que o PMDB, e tem gente no meu partido que quer ser candidato"

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios

A presidente Dilma Rousseff ainda acredita em manter a base aliada no Ceará sem rachaduras, após o encontro ocorrido na última segunda-feira no Palácio do Planalto, quando reuniu o governador Cid Gomes, Ciro e o presidente da Assembleia Legislativa, Zezinho Albuquerque, buscando consenso em torno da sucessão estadual com o apoio do PROS à postulação do senador Eunício Oliveira (PMDB) ao Palácio da Abolição.
O governador Cid Gomes concedeu entrevista ao colunista Ilmar Franco, de O Globo, nesta quarta, onde não descarta o apoio ao senador Eunício, mas adiantando que a decisão sobre o tema será anunciada em junho. “A nossa estratégia é esperar a oposição”.
Ainda sobre o encontro da segunda-feira, em Brasília, o governador Cid Gomes rebateu que na reunião tenha surgido a proposta de Dilma Rousseff de que ele (Cid) poderia indicar o vice-governador e o candidato ao Senado, ficando para a presidente a vaga de primeiro suplente de senador. As questões debatidas foram de alto nível. “Não descarto apoiá-lo (Eunício), mas tenho situações para administrar. O PROS é maior que o PMDB, e tem gente no meu partido que quer ser candidato (a governador)”.
Em entrevista concedida hoje ao colunista Ilimar Franco, de O Globo, Cid não descartou apoiar o nome de Eunício mas frisou que sua decisão só acontecerá em junho. “A nossa estratégia é esperar a oposição”. O prazo dado pelo senador do PMDB acaba hoje e no máximo poderia ser elastecido por mais 10 dias. Cid não admite rever seu calendário de decisões. Sua definição sobre quem terá seu aval na corrida ao Governo do Ceará só será anunciada depois da metade de junho.
No encontro que o governador Cid e seu irmão Ciro tiveram com a presidente da República com o testemunho do ministro Aloízio Mercadante, Dilma fez uma análise para o Governador cearense sobre a importância de manter sua base – PROS, PT e PMDB – aliada em torno do nome de Eunício. Finalizando a entrevista ao colunista, o atual governador cearense esclareceu sobre a preocupação presidencial com a maioria que detém no Ceará, tanto Cid quanto Ciro Gomes a tranquilizaram. Cid declarou no encontro que “Lá (no Ceará) a senhora tem seis vezes mais votos do que os dois candidatos da oposição (Aécio Neves e Eduardo Campos)”, concluiu.



















Via blogs.diariodonordeste
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Festa da oposição! Dilma continua caindo nas pesquisas.

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios

Pesquisa do instituto MDA encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e divulgada nesta terça-feira (29) mostra que, a menos de seis meses das eleições, a presidente Dilma Rousseff (PT) registrou 37% das intenções de voto e se mantém na liderança da disputa pelo Palácio do Planalto, em um cenário que não inclui pré-candidatos de pequenos partidos. Na pesquisa anterior, feita com o mesmo critério e divulgada em fevereiro, Dilma aparecia com 43,7%, 6,7 pontos percentuais a mais que agora.
O senador Aécio Neves (PSDB-MG) aparece na segunda colocação, com 21,6% das intenções de voto. Em fevereiro, ele tinha 17%. O ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) se manteve na terceira colocação, com 11,8% (contra 9,9% na pesquisa anterior).
A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O MDA ouviu 2.002 eleitores entre os dias 20 e 25 de abril, em 137 municípios de 24 unidades da federação. Por ser ano eleitoral, a pesquisa foi registrada sob o número BR00086/2014 no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), como determinam as regras eleitorais.
Segundo cenário


Em um cenário com seis pré-candidatos, que inclui nomes de pequenos partidos, o resultado foi o seguinte:

- Dilma Rousseff: 36,5%

- Aécio Neves: 21,5%
- Eduardo Campos: 11,2%
- José Maria Eymael (PSDC): 0,6%
- Levy Fidelix (PRTB): 0,4%
- Randolfe Rodrigues (PSOL): 0,4%

Nesse cenário, 19,2% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou nulo, e 10,2% disseram que não sabiam ou não responderam.
Terceiro cenário


Em um terceiro cenário, no qual aparecem outros dois possíveis candidatos “nanicos”, o levantamento mostra:

- Dilma Rousseff: 36,4%

- Aécio Neves: 21,2%
- Eduardo Campos: 11,1%
- Magno Malta (PR): 0,6%
- Pastor Everaldo (PSC): 0,4%
- Randolfe Rodrigues (PSOL): 0,4%
- José Maria Eymael (PSDC): 0,4%
- Levy Fidelix (PRTB): 0,3%

Dos eleitores ouvidos nesse cenário, 19% afirmaram que votariam em branco ou nulo, e 10,2% disseram que não sabiam ou não responderam.
Segundo turno


De acordo com os dados da pesquisa do Instituto MDA, em qualquer cenário, há tanto a possibilidade de Dilma vencer no primeiro turno quanto a de ocorrer segundo turno.

Um candidato vence no primeiro turno se obtiver mais votos que a soma dos demais. Apesar de isso ocorrer em todos os cenários, a margem de erro impede qualquer afirmação.
Em um eventual segundo turno com Aécio Neves, Dilma teria 39,2% das intenções de voto, contra 29,3% de Aécio. Dos entrevistados, 22,8% votariam em branco ou nulo e 8,7% disseram não saber ou não responderam.
Contra Eduardo Campos, Dilma teria 41,3% das intenções de voto, contra 24% do ex-governador de Pernambuco. Votariam em branco ou nulo 24,4%, e 10,3% não sabiam ou não responderam.
Pesquisa espontânea


Na pesquisa espontânea, quando não são apresentados nomes de candidatos aos entrevistados, Dilma lidera com 20,5% das intenções de voto. Aécio Neves aparece na sequência, com 9,3%.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficou em terceiro lugar, com 6,5% das intenções, e a ex-senadora Marina Silva, que deve ser vice de Campos pelo PSB, obteve 4,5%. Eduardo Campos apareceu em seguida, com 3,6% das intenções de voto.
Dos entrevistados, 1,4% votaria em outros candidatos, 14,1% votariam em branco ou nulo e 40,1% não sabiam ou não responderam.





















Via blogs.diariodonordeste
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Vice-presidente do Pros defende apoio a Eunício no Ceará

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O vice-presidente nacional do Pros, senador Ataídes Oliveira (TO), defendeu  nesta segunda que o partido apoie Eunício Oliveira (PMDB) para o Governo do Ceará. Segundo Ataídes, a tese é tendência entre a direção nacional do partido, que “caminha toda para esse lado”. Aliados de Cid Gomes (Pros) no Estado reforçaram, no entanto, que definições sobre a candidatura serão conduzidas pelo governador e ficarão apenas para junho.

“Temos o livre arbítrio de fazer nossas escolhas, então há possibilidade de o Pros apoiar o senador Eunício, que é nosso companheiro. Sem dúvida é um senador extremamente competente (...). Nós da Nacional estamos caminhando para apoiar o Eunício, o Pros caminha para esse lado”, disse o senador, em entrevista ao O POVO.

Segundo Ataídes Oliveira, único representante do Pros no Senado, a opinião seria vista com bons olhos inclusive pelo presidente nacional da legenda, Eurípedes Júnior. “Eurípedes já falou também, claro, claro. Eu tenho toda a minha autonomia, mas tudo será decidido pela Executiva”.

A posição do senador vai contra sinais de distanciamento claro que vem ocorrendo entre Cid e Eunício. No último sábado, o governador disse inclusive que “não deve nada” ao peemedebista. Já a coluna Felipe Patury, da revista Época, trazia ontem informação de que Cid estaria tendo desentendimentos com a direção nacional do Pros.

Apoio pontual
O líder da bancada cearense na Câmara, Antônio Balhmann (Pros), minimizou a fala do correligionário e descartou intervenção da Executiva Nacional do Pros na escolha do candidato no Ceará. “Não é veto ao nome do Eunício nem nada, mas simplesmente porque a condução desse processo é feita pelo presidente do Pros no Estado”, disse.

Segundo Balhmann, apoio de Ataídes seria “pontual”. “O Pros nacional de forma nenhuma vai ultrapassar o presidente no Ceará”. Ele nega ainda tensões na relação de Cid com cúpula do Pros.

A reportagem tentou entrar em contato com Eurípedes Júnior. A assessoria do líder do Pros, no entanto, afirmou que ele estava “incomunicável”. O líder do partido na Câmara, Givaldo Carimbão (AL), também foi procurado, mas não foi localizado.


















Via Opovo
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terça-feira, 29 de abril de 2014

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Recado de Cid aumenta pressão sobre Eunício Oliveira

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios



A um dia do fim do prazo estipulado pelo PMDB para que o governador Cid Gomes (Pros) decida se apoiará ou não a candidatura de Eunício Oliveira ao Governo, aumentou a pressão sobre o senador depois de Cid declarar ao O POVO, com exclusividade, que “nem o Eunício me deve nem eu devo nada a ele”.

“Se o Eunício está com a candidatura irreversível e o Cid coloca que o candidato dele não está definido, é porque não é o Eunício. O recado foi bem claro”, disse ontem o deputado Danilo Forte (PMDB-CE).

O quase oficial rompimento pode implicar a entrega dos cargos que o PMDB tem no governo, como já vem sendo defendido por gente do partido de Cid, a exemplo do deputado federal Edson Silva (CE), e por correligionários de Eunício.

Rumos diferentes

Presidente do PMDB no Ceará, Eunício indicou titulares para três pastas do governo. Para Danilo Forte (PMDB-CE), passou da hora de o partido abrir mão desses postos.

“Defendo há muito tempo a liberação dos cargos, não pelo motivo eleitoral, mas pela própria omissão desses indicados com relação à execução das políticas públicas. Por exemplo: qual é o papel do César Pinheiro na Secretaria de Recursos Hídricos? Não vejo ele inaugurando um poço, um chafariz”.

Segundo Danilo, “quando a gente fala de secretário do Cid, fala na Izolda (Cela, ex-secretária de Educação), no Servilho (Paiva, secretário de Segurança). A gente não escuta falar no PMDB”.

Em fevereiro, Eunício afirmou ao programa Jogo Político, da TV O POVO, que o PMDB esperaria até 30 de abril pelo apoio de Cid à sua candidatura. “Não sendo possível entendimento entre a aliança, cada um vai cuidar do seu rumo”, declarou então.

O POVO tentou ouvir Eunício ontem. Ao longo da tarde, as ligações não foram atendidas. À noite, o senador disse que estava em reunião no Palácio do Planalto e não poderia conversar. As chamadas para o vice-prefeito de Fortaleza e vice-presidente do PMDB cearense, Gaudêncio Lucena, não foram atendidas.

Saiba mais

César Pinheiro, secretário de Recursos Hídricos, João Melo, controlador-geral do Estado, e Bruno Sarmento, titular do Conselho de Políticas e Gestão do Meio Ambiente (Conpam), ocupam essas posições por indicação de Eunício Oliveira.

Durante evento do PMDB em Russas, há duas semanas, Eunício declarou à imprensa que não entregará os cargos que peemedebistas ocupam na gestão, e que Cid Gomes tem autoridade para tirar quem e quando ele quiser do seu secretariado.

















Via Miséria
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Vereador Adeilton Silva tenta proteger seu chefe

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O  Parlamentar Flavio Correia, pelo Solidariedade apresentou um requerimento onde o mesmo solicita  para que seja encaminhado a Comissão Permanente da Casa Legislativa a prestação de contas do Ex-Prefeito Cassado Antonio Dorival de Oliveira, para que seja iniciado o devido processo legal para julgamento das contas em Plenário.

O parlamentar Adeílton Silva juntamente com seu grupo Politico tentaram na Sessão de hoje (29) impedir que as contas do Ex-Prefeito Cassado Antonio Dorival referente o ano de 2008 fosse enviada a  Comissão Permanente para que os mesmo possam efetuar parecer para que seja votada em plenário.



Com aprovação do Requerimento do Parlamentar Flavio Correia a Comissão Permanente vai emitir uma notificação para que o ex-prefeito cassado Antonio Dorival possa tentar se defender em plenário de tais MARACUTAIAS PRATICADAS EM SUA GESTÃO, e assim ter o seu direito de defesa. 

Votaram a favor do requerimento os vereadores Flavio Correia , Antonio Leite, Edezyo Jalled, Alice Gonçalves e Lélia de Oliveira, e os vereadores que votaram contra foram Adeílton, Gilson, Genival e Zuleide. 
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Ministros criticam fala de Lula sobre mensalão

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A avaliação feita pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de que o julgamento do mensalão teve "80% de decisão política" é um "troço de doido", segundo o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello.
"Não sei como ele tarifou, como fez essa medição. Qual aparelho permite isso? É um troço de doido", disse.
As críticas de Lula ao julgamento do mensalão foram feitas pelo petista à rede de TV portuguesa RTP. O ex-presidente alegou que o mensalão não existiu e disse achar que um dia "essa história vai ser recontada". Lula disse que o julgamento teve "80% de decisão política e 20% de decisão jurídica".
Para Marco Aurélio, o ex-presidente está exercendo o seu "sagrado direito de espernear". Ele espera, porém, que a tese defendida por Lula não ganhe ressonância na sociedade. "Só espero que esse distanciamento da realidade não se torne admissível pela sociedade. Na dosimetria (tamanho das penas) pode até se discutir alguma coisa, agora a culpabilidade não. A culpa foi demonstrada pelo Estado acusador", disse.
O ministro ainda rechaçou outro ponto criticado por Lula. Segundo o ex-presidente, o julgamento foi "um massacre que visava destruir o PT".
"Somos apartidários, não somos a favor ou contra qualquer partido", destacou Mello. Ele lembrou que, no final da primeira fase do mensalão a composição do STF era majoritariamente formada por ministros indicados por Lula. Por isso, em sua avaliação, as críticas do ex-presidente não fecham.
O presidente do STF, Joaquim Barbosa, também repudiou as críticas de Lula e lamentou que ele tenha escolhido um órgão da imprensa estrangeira para questionar o Supremo. "A desqualificação do Supremo Tribunal Federal, pilar essencial da democracia brasileira, é um fato grave que merece o mais veemente repúdio. Essa iniciativa emite um sinal de desesperança para o cidadão comum, já indignado com a corrupção e a impunidade, e acuado pela violência. Os cidadãos brasileiros clamam por justiça", afirmou Barbosa.
Decisão encerrada
O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, disse ontem que Lula tem o direito de criticar a condenação de petistas. Mas ressaltou que a "ação penal está encerrada". "A ação penal 470, que tramitou perante a corte mais alta do país, está encerrada, com o julgamento claro, objetivo, transparente, respeitado o contraditório e o amplo direito de defesa", declarou Janot.
"Nós vivemos num país democrático. O direito de manifestação deve ser assegurado. Todo mundo tem direito de criticar, sendo político ou não", disse o procurador-geral.















Via Diário do Nordeste
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segunda-feira, 28 de abril de 2014

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‘Quem poderá me devolver tudo o que perdi’, diz Collor sobre absolvição no STF

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Ao comentar decisão do Supremo Tribunal Federal que o absolve das últimas acusações a ele imputadas, o senador e ex-presidente da República Fernando Collor (PTB-AL), alvo de impeachment em 1992, disse que experimentou um grande sofrimento ao "reviver em toda a sua extensão a tortura, a angústia e o sofrimento de quem é agredido meses a fio" e que, além disso, "teve de suportar as agruras de acusações infundadas e a condenação antes mesmo de qualquer julgamento".

Segundo o senador, a decisão do Supremo Tribunal Federal, tomada por unanimidade na quinta-feira (24), não só alivia as angústias que ele sofria havia 23 anos, como também permite reescrever a história do país, no período em que ele passou na Presidência e em que implantou, como observou, "medidas macroeconômicos e estruturantes" da administração federal, como a abertura comercial e a quebra de monopólios. Sem essas medidas, disse ele, seria impossível a estabilização alcançada pelo país.

“Estou absolvido de todas, absolutamente todas as acusações. Estou inocentado de todas as delações. A ninguém é mais dado o direito, salvo por reiterada má fé, de dizer o contrário. Todavia, depois de mais de duas décadas de expectativas e inquietações pelas injustiças a mim cometidas, cabe agora perguntar: quem poderá me devolver tudo aquilo que perdi, a começar pelo meu mandato presidencial?”, questionou Collor.

Para o senador, o julgamento possui, em especial, "o mérito e a virtude de passar a limpo o país", no que se refere ao período que ele passou à frente da Presidência da República. Em sua opinião, este foi um dos períodos mais importantes da história da República, uma vez que "consolidou o processo de redemocratização política por meio da primeira eleição direta para presidente da República, após 25 anos de governo sob um estado de exceção".

A decisão do Supremo, a seu ver, permitirá mais do que o resgate da justiça e da imagem de um homem público. Propiciará, também, a "reflexão da sociedade em geral sobre a verdade dos fatos e, em particular, de uma geração de jovens, que tão somente ouviram inverdades ou estudaram em livros tendenciosos por versões falseadas".

Além da decisão unânime do Supremo de absolver o ex-presidente de todas as acusações ainda pendentes, o tribunal resolveu, por cinco votos a três, absolvê-lo, também no mérito, de outros dois crimes, mesmo em detrimento de sua prescrição.

“Ou seja, mesmo nesse caso, a maioria julgou pela absolvição completa ou, em outras palavras, não houve, nos 16 votos proferidos nas duas votações quanto às preliminares e quanto ao mérito, nenhum voto pela minha condenação em relação aos três crimes de que me acusava o Ministério Público. E não poderia ser diferente”, afirmou Collor.

Ao final de seu pronunciamento, o senador lembrou o dramaturgo alemão Bertold Brecht, para quem "a verdade avança e nada a deterá": “É o caso exemplar do ditado vincit omnia veritas, ou seja, a verdade tudo vence.”


























Via Miséria
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Dilma convoca Cid Gomes para definir futuro político do Ceará

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A presidenta Dilma Roussef (PT) convocou para uma reunião em Brasília nesta semana o governador Cid Gomes. Durante o encontro,  Dilma voltará a pedir que Cid apoie a candidatura do senador Eunício Oliveira (PMDB) na disputa ao Palácio do Abolição. 
A conversa pode ser acompanhada por integrantes da cúpula do PT, incluindo o presidente da sigla, Rui Falcão. O objetivo da presidenta Dilma é manter todos os partidos da base unidos, e vai apresentar opções para que Cid atenda o pedido, não prejudicando sua campanha à reeleição.
De acordo com reportagem da revista Época desta semana, o PROS está pressionando Dilma para que demita o ministro Francisco Teixeira (Integração), mas a presidenta já garantiu a vaga para o governador cearense. 


























Via Miséria
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O talvez sob pressão de Tasso e o difícil dilema de sua candidatura

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Minutos antes de o ex-governador Tasso Jereissati (PSDB) admitir que, “se for imprescindível”, topará discutir candidatura ao Senado em 2014, um tom de sutil cobrança permeou o discurso de líderes presentes na reunião de cúpula da última terça-feira, em Brasília. “Muito cearense no meu estado comenta que o Ceará precisa do retorno do Tasso”, teria dito o presidente do PSDB do Acre, Sebastião Bocalom. Chamada semelhante fora feita pelo dirigente da sigla de São Paulo, Antônio Mendes Thame, conforme relatou o deputado federal Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE). Tasso ouviu – e, na medida do que lhe foi possível, não decepcionou a plateia. Teria ele se convencido?

Os mais chegados ainda dizem que Tasso foge das urnas como o diabo foge da cruz, sobretudo pela fase empresarial que vive – ele está expandindo os negócios para outros estados do País – e pela nuvem de incertezas que paira sobre suas chances de vitória.

“Há elementos subjetivos e racionais a serem avaliados. Acho bastante arriscado. A derrota de 2010 foi extremamente traumática, do ponto de vista político e pessoal, pelo rompimento com os Ferreira Gomes. Mas, talvez, esse ressentimento possa induzir um movimento de ‘dar o troco’, para, pelo menos, atrapalhar a disputa para o lado do governador Cid Gomes (Pros)”, avaliou a cientista política da Universidade Federal do Ceará (UFC) Rejane Vasconcelos, que publicou estudo sobre a campanha tucana de 2010.

Não há cálculo conclusivo sobre os riscos, mas fatores que pesam contra e a favor da empreitada. Por mais contraditória que a hipótese possa parecer, incidiria a favor de Tasso, por exemplo, a “quarentena” política dos últimos quatro anos, nos quais ele se manteve distante da política e livre, portanto, de desgastes.

“Na medida em que um politico se afasta, ele passa a ser evocado muito mais pelas qualidades. Há uma evocação mais benevolente do público. Você tinha toda uma gritaria contra Getúlio Vargas, mas quando ele se suicida (1954) vai todo mundo para a rua. A imagem de Leonel Brizola hoje é muito diferente da imagem que se tinha quando ele voltou a disputar a politica. O Tasso é a figura mítica do ‘velho’ que pode voltar”, analisou.

Na contramão, porém, ela destaca que o fenômeno do “situacionismo” político, que imprime força extra a partidos e lideranças que detêm a máquina pública, e a falta de estrutura partidária do PSDB no Ceará são elementos que freiam qualquer ímpeto de disposição de Tasso para o pleito. “Como persona, Tasso é forte, mas ele não tem mais a parte formal necessária”, avaliou.

A conjuntura
Entre prós e contras, receios e desejos, pesará para o fim do dilema tassista, principalmente, o desenho final do cenário eleitoral. Aliados têm dito que o desempenho da presidente Dilma Rousseff (PT) nas próximas semanas e a definição de candidaturas e alianças da chapa comandada por Cid no Ceará serão fundamentais para a decisão. 

Por mais que Dilma lidere com folga as pesquisas de intenção de voto, o deputado federal Gomes de Matos aposta que “o contexto de 2014 é diferente”, e que a dupla Dilma-Lula não deverá ter o mesmo potencial de puxar votos para seus candidatos ao Senado como tiveram em 2010. Avaliação nada científica, mas que é calculada e levada em conta nas conversas de bastidor do ninho tucano.

O nível de participação da dupla nacional na campanha cearense também é fator considerado, assim como o nome dos adversários que Tasso poderá enfrentar caso entre na briga pelo Senado.

Tucanos ouvidos pelo O POVO afirmaram que ele assiste ao processo de escolha dos nomes que comporão a chapa de Cid. Entre os mais cotados, estão o deputado federal José Guimarães (PT) e o senador Inácio Arruda (PCdoB).

Assim, a expectativa é que Tasso só dê fim a seu dilema nos últimos minutos do prazo, que se encerra em junho. Como já é conhecido do eleitorado, não tem a pressa dos que precisam se antecipar e construírem uma imagem. O impasse e o fator surpresa que sua entrada no jogo pode representar tornam o cenário pré-eleitoral de 2014 uma das mais imprevisíveis dos últimos anos.



















Via Opovo
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domingo, 27 de abril de 2014

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Segundo enquete da Altaneira FM a comunidade quer a feira aos domingos

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios


A Rádio Altaneira FM divulgou na noite de ontem o resultado de uma enquete sobre a mudança do dia Feira Municipal em Altaneira. A enquete foi lançada no dia 03 de abril de 2014, por iniciativa dos integrantes da rádio comunitária Altaneira FM em virtude do debate sobre o tema nas redes sociais e na comunidade em geral.

Segundo informações do Blog da Rádio a enquete visava “colher a opinião da comunidade, incluindo comerciantes, o poder do município e principalmente o povo, dando ênfase aos que residem na zona rural” e na manhã de ontem (26/04) o resultado da enquete foi divulgado no programa Juventude em Debate apresentado pela comunicadora Francilene Oliveira com a participação dos servidores municipais Givanildo Gonçalves e Claudio Gonçalves.

Não foi compartilhada maiores informações sobre a apresentação do resultado na rádio comunitária, nem tão pouco a metodologia usada na enquete, que foi batizada de pesquisa.

Tramita na Câmara Municipal um projeto de autoria do vereador Antonio Leite que convoca plebiscito para a população decidir sobre a mudança do dia da Feira Municipal. O parlamentar afirmou que o projeto encontra dificuldades para ser aprovado e que a presidente da Casa vereadora Lélia de Oliveira (PCdoB) pressionou-o para retirar o projeto.

Por sua vez o blogueiro Junior Carvalho postou no seu blog A pedreira que alguns comerciantes também pressionaram os vereadores para que o projeto não seja aprovado na Casa, possibilitando a apresentação de outro projeto determinando a mudança da feira.

O projeto de plebiscito deve ser analisado na manhã desta segunda-feira (28/04) pela Comissão Permanente e deve ser encaminhado para deliberação do plenário na próxima quarta-feira.

Confira a nota divulgada pela Rádio Altaneira FM:



















Via Blog de Altaneira
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sábado, 26 de abril de 2014

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Eunício descarta aliança com tucanos no Ceará

Postado Por Junior Carvalho  | Sem Comentarios

A entrada do ex-senador Tasso Jereissati (PSDB) na corrida eleitoral do Ceará, concorrendo a uma vaga no Senado Federal é um fato importante mas não trará alterações no plano estratégico do PMDB, que já está fechado com a candidatura petista da presidente Dilma Rousseff (PT). A avaliação é do candidato peemedebista ao Palácio da Abolição, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE). "A posição do PMDB independe da posição de qualquer partido político".
Eunício confirmou que foi procurado pela cúpula tucana pedindo seu apoio, mas condicionando-o que aderisse à candidatura do senador mineiro Aécio Neves (PSDB) à Presidência. No entanto, Eunício deixou claro que nunca teve qualquer diálogo político-eleitoral com Tasso Jereissati.
"Tenho um relacionamento com o senador Aécio Neves, um maior carinho, mas eu não traio", disse Eunício sobre a candidatura Aécio. "A minha história política não é uma história de traição. É uma história de decência, de correção. Eu apoiei o presidente Lula, fui ministro dele. Apoiei a presidente Dilma e vou apoiá-la nestas eleições".
Eunício disse ainda não acreditar nas pretensões do PSDB cearense de fechar aliança com o PR. "O PR é um partido da base, vota com a presidente Dilma, apoia o governo e eu não sei como ficará esta questão. Mas eu tenho uma posição muito clara. Meu partido tomou uma posição de candidatura própria ao governo do Estado do Ceará e vai levar isto até as eleições".
Diálogo
O senador informou que conversou por telefone com Dilma, que teria manifestado preocupação e o desejo da manutenção da aliança PT/PMDB/PROS no Ceará. Segundo o senador, ela informou que não medirá esforços para que esta aliança continue em 2014. "Meu partido me deu um prazo para definição das alianças no Ceará. A posição mais importante é a do PMDB de ter candidatura própria e de já ter comunicado ao governador (Cid Gomes) esta posição. Tenho certeza que as conversas acontecerão até o último segundo do último dia das convenções. É sempre assim", afirmou.
Candidatura tucana
Para o senador do PCdoB, Inácio Arruda (CE), a possibilidade de o PSDB sair com candidatura própria ao governo do Estado e lançar o nome de Tasso para o Senado não chega a ser surpresa no cenário político cearense. "Há uma movimentação nacional do partido querendo palanque para Aécio Neves", disse.
Para Inácio, um apoio do PSDB cearense à candidatura Eunício "descaracterizaria completamente a campanha de Aécio Neves no Ceará". Segundo ele, a candidatura tucana é importante para que a oposição possa aparecer e apresentar um diálogo franco e aberto com a base aliada durante o período eleitoral.




























Via diariodonordeste
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